No início desta semana um grande acontecimento cinematográfico aconteceu e eu não lembrei de contar pra vocês... Como pode?! #cabeçadevento
O pior é que só me dei conta disso quando me vi dentro desse cenário de completo amor e frenesi com a chegada do, tão esperado, 21 de outubro de 2015, o dia em que alcançamos o futuro de Marty McFly!!
Por isso, hoje, estou trazendo um comentário tardio sobre o lançamento do novo trailer de... Star Wars, the force awakens.
Acontece que no dia do lançamento eu estava assistindo ao jogo do New York Giants x Philadelphia Eagles na ESPN - não porque tenho grande entendimento nos jogos, mas meu namorado estava aqui e, como ele joga futebol americano, estávamos assistindo principalmente por conta do trailer.
O trailer foi lançado no intervalo do jogo e levou muitas pessoas a loucura e muitos corações a uma quase taquicardia - em alguns casos, lágrimas foram vistas kkkkkk
Marcando a contagem regressiva de dois meses para o lançamento do sétimo episódio da franquia, o trailer de dois minutos e 23 segundos tem pontos fortes como a aparição de personagens já conhecidos e pela descoberta do posicionamento de personagens que ainda eram uma incógnita.
A Disney criou uma atmosfera de total mistério em torno do filme, que foi "ressuscitado" a três anos atrás, quando a Disney comprou a Lucasfilm. A unica informação até então era de que o filme seria ambientado 30 anos depois do episódio VI, "O Retorno de Jedi", que chegou aos cinemas em 1983, que o deserto de Abu Dhabi, a floresta inglesa de Dean e o estúdio londrino de Pinewood haviam feito parte dos cenários e o trailer que já havia saído.
Confesso que não sou viciada nos filmes - apesar de ser uma grande vontade do meu namorado - e que foi preciso um empurrãozinho para eu ter vontade de assistir porque achava que a história era completamente diferente. Mas assisti e... Gostei! Ainda não vi todos, mas até o lançamento, que acontece aqui no Brasil dia 17 de dezembro, eu acho que dou conta do recado! hahaha ;)
Agora, acreditam que uma marca de maquiagem lançou uma coleção totalmente inspirada no filme?!
A responsável por isso é Pat McGrath, diretora criativa da marca Max Factor. Ela contou a Vogue britânica que a ideia surgiu pelo fato da franquia ser muito conhecida e porque também é uma fã e aguarda, ansiosa, a estréia do episódio VII.
Os produtos são limitados e foram inspirados em personagens. O legal é que eles proporcionam aos fãs dos filmes uma montagem bem diferente, dando um ar... Espacial.
Foram seis looks criados pela diretora, que receberam o nome de Droide Stormtrooper, conceituados a partir da batalha entre luz e escuridão que marca os filmes.
Droid.
Stormtrooper.
Droid é mais delicada e foi inspirada no C-3PO, trás olhos fortes e lábios dourados, tem aparência tecnológica e moderna.
Já Stormtrooper, por se tratar de um soldado, conta com traços mais firmes e apresenta olhos bem gráficos, mas o foco fica no forte tom de vinho nos lábios.
Os produtos chegam as lojas europeias em tempo do lançamento, então da tempo de arrasar na estréia! hahaha
Se joguem no filme, nas makes e vivam o momento - porque tem muita gente pirando com a chegada da data.
Beeejos, Faby .x #MayTheForceBeWitrhYou
As chances de você nunca ter visto esse filme são pequenas. Acho até redundante ele fazer parte dessa lista por causa disso, mas, caso você nunca tenha visto, acredite: é muito bom! E se você já viu mas há muito tempo, assista de novo. Eu fiz isso recentemente e, nossa, já tinha esquecido de tantos detalhes!
Andrea Sachs é uma jovem que
conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de
Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly, principal
executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo
Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.
Então o filme é, basicamente, sobre uma garota nada fashion que vai trabalhar para a mulher que dita a moda em todo o mundo e acaba descobrindo que a vida nessa indústria não é nada glamurosa como as pessoas imaginam. Ela também sofre um makeover em uma parte do filme à là Mia Thermopolis em O Diário da Princesa. Tinha que ser a Anne Hathaway no papel. ❤
Coco Antes de Chanel
Impossível fazer uma lista sem mencionar o filme da mulher que revolucionou a moda feminina. Quando todas as mulheres ainda usavam espartilho, saias amplas de múltiplos babados, veio Coco introduzir no nosso guarda-roupa trajes de tecidos xadrez, blusas de malha fina, calças e jaquetas curtas. Vinda de origem humilde, Coco virou história e podemos conhecer mais no seu filme com a Amelie Poulain Audrey Tautou.
Quando criança Gabrielle é deixada,
junto com a irmã Adrienne, em um orfanato. Ao crescer, ela divide seu tempo como cantora de cabaré e
costureira, fazendo bainha nos fundos da alfaiataria de uma pequena cidade. Até
que ela recebe o apoio de Étienne Balsan, que passa a ser seu protetor.
Recusando-se a ser a esposa de alguém, até mesmo de seu amado Arthur Capel, ela
revoluciona a moda ao passar a se vestir costumeiramente com as roupas de
homem, abolindo os espartilhos e adereços exagerados típicos da época.
E então, deu tempo de assistir todos os filmes indicados na parte um? Se você não faz ideia do que eu estou falando, antes de começar dê uma passada AQUI!, veja a primeira parte dessa lista e depois corre pra conferir!
Se você já viu todos os filmes anteriores (ou quase, vai ><), eu espero ter arrancado pelo menos uns dois versos, algumas lágrimas e umas dancinhas (além de um amor florescendo por essas maravilhas cinematográficas, hahaha)
Continuando com a parte dois, vamos aos meus cinco musicais preferidos...
Dez filmes musicais que você PRECISA assistir antes do fim do mundo (da Broadway!)
5- Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)
É inegável que o bromance Burton-Depp ganhou o mundo do cinema e originou obras imortalizadas pela genialidade da cabeça maluca de Tim e falta de escrúpulos de Johnny. Também é óbvio que algumas dessas adaptações não funcionaram muito bem (olá, Sombras da Noite), mas em sua maioria a parceria é certeira. Não consigo imaginar outro diretor nem outro elenco que trouxesse tão bem ao cinema a arte macabra de Sweeney Todd.
Johnny Depp dá vida ao protagonista, um barbeiro sombrio marcado por um passado devastador que o corrompe de forma trágica e irreversível. Há anos, viveu com sua esposa e filha na bonita cidade de Londres, como um barbeiro famoso, Benjamim Barker. Depois de ter sua vida roubada por um juíz corrupto que tinha obsessão pela sua esposa, Benjamim fora exilado. Voltando como Sweeney Todd, ele conhece a nefasta Senhora Lovett, dona de um restaurante falido que em seus dias de ouro fazia as melhores tortas de carne da cidade. Corrompido pela dor e desejo de vingança, o rapaz continua seu ofício como barbeiro e se une à mulher louca para juntos trazerem o restaurante de volta à sua glória, escondendo um segredo nos fundos do lugar e um ingrediente secreto nas tortas.
A atuação de Johnny Depp é o ponto marcante do filme. Sabe aquele jeito expressivo e único que ele tem? Pois é, fica tão intenso e sombrio que você vai sentir medo e pena de Todd ao mesmo tempo. Além do lindo, o elenco conta com Helena Boham-Carter (com aquela química maravilhosa deles dois), Sacha Baron Cohen, Alan Rickman (com aquela expressão facial eterna de Severus Snape), Timothy Spall (nem Perebas, nem Rabixo) e músicas doloridas, sofridas e maravilhosas. Vale a pena conferir e se emocionar no final!
4- Chicago (2002)
Um filme que eu não me canso de ver e já tenho decoradas todas as músicas para quando fizer minha audição para o papel de Velma Kelly. Ambientado na década de 20, Chicago conta a história de Roxie Hart, uma mulher que vai presa por assassinar seu amante. Na cadeia ela é levada à Ala das Assassinas onde conhece a carcereira interesseira Mama, outras assassinas de maridos/parceiros e entre elas Velma Kelly, uma famosa dançarina de cabaret presa por assassinar a sangue frio sua irmã e seu marido que a traíram. Para se livrar do processo e da forca, Roxie recorre ao cínico advogado Billy Flinn, que com pouca honestidade e muita lábia, nunca perdeu um caso sequer na cidade mais corrupta da América.
Além das músicas maravilhosas (detalhe para o Cell Block Tango que arrasa), o filme conta com seis prêmios Oscar além da atuação memorável de Reneé Zelwegger, Catherine Zeta-Johnes, Queen Latifah e Richard Gere em sua melhor performance de pilantra do cinema como Billy. A parte, também temos uma boa dose de feminismo, sensualidade e danças sensacionais e você pode até assistir o musical na versão brasileira estrelado por Danielle Winits e Daniel Boaventura no YT. Se apaixone, por all that jazz ;)
3- The Rocky Horror Picture Show (1975)
Abrindo o pódio desta lista, nenhum outro faria melhor que TRHPS. Uma palavra para essa pérola dos anos 70: Polêmico.
Brad e Janet acabaram de ficar noivo e, ao decidirem ir atrás do professor de faculdade que os apresentou para agradecê-lo, no caminho o pneu do carro fura obrigando o casal a se refugiar numa mansão bizarra próxima do local. Entretanto, o que eles encontram é um lugar cheio de pessoas malucas e diferentes, além do próprio dono da casa, o cientista Dr. Frank N Furter, um travesti vindo da Transilvânia Transexual, um mundo paralelo. Além disso ele está criando uma criatura: um homem louro e belo, para satisfazê-lo em seus dias de tédio. Durante o tempo que ficam na mansão, o casal é afetado diretamente pela psicose dos que vivem ali e o final, você precisa ver para entender...
Bom, se ser"polêmico" não te convenceu, talvez alguns fatos interessantes o façam: no Brasil só foi exibido com cinco anos de atraso devido à censura da ditadura, o conteúdo sexual é um grande fator que contribuiu para isso; Tim Curry está em um dos seus papéis mais primorosos (além de It!), arrasando como um travesti enorme num salto altíssimo; as músicas são divertidas e convidativas, as danças também (da pra criar um flashmob com Time Warp); se você já assistiu As Vantagens de Ser Invisível, com certeza viu o Logan Lerman de Rocky, Emma Watson de Janet e Ezra Miller de Dr. Frank, agora assista a origem disso tudo.
2- Les Misérables (2012)
Preciso parar de cantar e secar minhas lágrimas antes de falar de Les Mis. Baseado na obra homônima de Victor Hugo, a história se passa na França (de novo!) do século 19. Em meio à misérias, sofrimento e dor encontramos Jean Valjean, um homem condenado à 19 anos de trabalho escravo por ter roubado um pão. Quando finalmente recebe seu ticket de soltura, ele percebe que a liberdade está mais longe do que imagina, devido principalmente ao carrasco Inspetor Javert, que o persegue durante toda sua vida em nome da lei. Jean Valjean recebe a ajuda de um padre, que lhe dá uma cara prataria em troca de que ele viesse a ser um homem bom e honesto. Com o dinheiro das peças, Valjean reconstrói sua vida em outro lugar e com outra identidade. Passam pela vida de Jean Valjean personagens marcantes e essenciais, como Fantine, uma mulher largada pelo pai de sua filha e que trabalha unicamente para sustentar a menina que vive com um casal de pilantras, os Thenardier. Pais de Éponine, apaixonada por Marius, que conhece Cosette e se apaixona perdidamente por ela, que por sua vez é a filha de Fantine salva anos antes por Valjean a pedido de sua mãe...
Num ciclo de Revoluções, sofrimentos, amores, dor e tristeza, o filme é uma tragédia que mesmo passando por todo o escárnio humano, deixa uma sombra de esperança ao fim de cada canção. Com as músicas originais do musical, a versão de 2012 inteiramente cantada mereceu a repercussão e os tantos prêmios. Com atuações marcantes de Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russel Crowe, Eddie Redmayne entre outros, é impossível não se apaixonar e se emocionar.
Se você quiser, pode assistir também a versão anterior com Liam Neeson e Uma Thurman, não é cantada mas também vale a pena, além claro, do Concerto, do Musical em si e do livro que é (enorme!) incrível.
1- O Mágico de Oz (1939)
E para finalizar, um filme que precisa ser visto por todo, T O D O, mundo. Além de ser o mais antigo desta lista, O Mágico de Oz é o meu filme preferido da vida, sim. O conceito, a lembrança da infância, tudo me faz rever esse filme sempre que posso.
Baseado na obra de Frank Baum, a história é sobre a menina Dorothy que vive triste e infeliz na sua vida pacata e limitada do Kansas e um dia, durante uma tempestade, vê-se presa dentro de sua casa. Quando em terra firme, Dorothy e seu cachorro Totó acabam numa terra fantástica, cheia de magia. Após conhecer Glinda, uma bruxa boa, a menina descobre que é a heroína do povo daquela terra por ter derrubado sua casa em cima da Bruxa Má do Leste, que aterrorizava os habitantes. Entretanto, para voltar para casa Dorothy precisa encontrar Oz, o Grande Mágico na cidade das Esmeraldas. Durante o caminho ela encontra um espantalho à procura de um cérebro, um homem de lata que deseja um coração e um leão covarde em busca de coragem. Juntos eles enfrentam os obstáculos da Terra de Oz para conseguirem chegar ao Mágico e terem seus desejos concedidos.
Pode parecer bobagem, mas, acredite, não é. A história de Dorothy é nada mais nada menos do que as nossas histórias. Eu, particularmente, sempre me vi como um pouco de cada personagem. A garota em busca de aventura, de sabedoria, de amor, de coragem e no fim ainda com desejo de voltar para casa. Cada metáfora nessa história, é uma leitura de mim. E deve ser de você também!
Nessa adaptação de 1939, Judy Garland dá vida e voz à sua primeira personagem de destaque, Dorothy. Além de ser um filme à frente do seu tempo, é um marco na história do cinema quando se trata de "cores". Para vocês terem ideia, os recursos para esse longa eram tão expansivos, que a MGM quase foi à falência e só se recuperou com o retorno. Ainda temos as músicas que contam uma história por si só, além da clássica (e muito regravada) Somewhere Over The Rainbow.
Bom, muitas curiosidades circundam esse filme, inclusive uma polêmica história relacionada com o álbum The Dark Side Of The Moon da banda inglesa, Pink Floyd, o que vem a ser assunto de outro (mais um!) post, hahaha...
Você pode ter assistido a versão de 2013 estrelada por James Franco, mas a história em foco é a do próprio mágico e eu, não querendo ser a chata das versões originais, mas ja sendo, não gostei muito. Para quem não leu o livro ela pode ser confusa e abstrata demais.
Enfim, espero que vocês tenham gostado desse tipo de post, da lista de filmes e que os assistam em algum momento de suas vidas. Se odiarem ou amarem, não importa, afinal qualquer forma de expressão da arte é importante. O bom é que você experimentou coisas novas e qualquer tipo de experiência, principalmente cinematográfica, é válida.
A música é a manifestação mais singular e expressiva do ser humano. Com a música você se transparece de uma maneira real e fantasiosa ao mesmo tempo. O poder da música é tão grande que além de ter sua personalidade facilmente descrita pelo tipo de música que você escuta, até algumas espécies de animais são suscetíveis às maravilhas de uma boa melodia para acalmarem os ânimos e relaxarem (acreditem, pesquisas comprovam que os tubarões brancos se acalmam ao som de AC/DC!).
Do outro lado, o que é o cinema se não a maior invenção do mundo? Abençoados sejam os irmãos Lumiére e seu Cinematógrafo que, num súbito momento de compaixão com a humanidade, deram sentido às pacatas vidas dos meros mortais das suas e das seguintes gerações. O teatro traz vida ao mundo, o cinema traz magia ao teatro. Cá entre nós, cinema é bom em qualquer momento. Com a galera, com a família, à dois, sozinho... Ainda que o filme seja ruim, a experiência de ver uma história ganhando vida diante dos seus olhos, é sempre única e imensurável (até os "besteiróis" têm seu valor, hahaha). Sendo assim, unindo o útil ao agradável e, não satisfeitos com o melhor dos dois mundos, surgiu então a ideia de dar vida aos roteiros "apenas" transformando-os em música, surgindo assim os filmes musicais.
O teatro é o grande responsável por todo esse desenrolar de artes maravilhosas e apaixonantes, e claro, seria loucura não creditar a ele, o mestre do drama, o berço dos musicais. Porém, o meu objetivo hoje é fazer você se apaixonar pelo lado musicado do cinema (lembre-se: roteiro musicado, não trilha sonora), e guardamos o teatro pois ele é assunto para outro dia.
Nos meus anos de cinéfila, já assisti a muitos musicais, e sinceramente, é difícil fazer uma lista sucinta com os meus preferidos. Entretanto, o meu intuito com esse texto é abrir a cabeça daqueles que tem preconceito com eles (e são muitos) e àqueles que assim como eu, não vivem sem música e sem filme, uma ideia do que assistir na próxima sessão pipoca/karaokê. Sem mais delongas, acompanhe a MINHA lista, dividida em duas partes, com...
Dez filmes musicais que você PRECISA assistir antes do fim do mundo (da Broadway!)
Obs.: Vale lembrar que essa lista é pessoal, ou seja, não significa que são os melhores e mais bem conceituados. Ah, e eu separei apenas os filmes baseados em musicais da Broadway.
10- Mamma Mia (2008)
Sophie vive numa ilha grega e está prestes a se casar quando descobre um antigo diário de sua mãe, Donna, no qual ela descreve momentos incríveis com três antigos namorados. Supondo que um deles seja o seu pai, Sophie os envia convites do seu casamento sem que sua mãe saiba. Surpreendida pela visita dos ex's, Donna se vê numa situação cômica e embaraçosa diante do seu passado e do futuro de sua filha. Embalado pelas memoráveis canções do ABBA (Gimme gimme a man after midnight... <3), o filme conta com atuações impagáveis de grandes atores, como Meryl Streep, Colin Firth, Pierce Brosnan e Amanda Seyfried.
9- Moulin Rouge: Amor Em Vermelho (2001)
Em 1899, o poeta Christian conhece a vida boêmia, amoral e cheia de paixão de Montmartre em Paris. Cortesia do bordel mais famoso do local: Moulin Rouge. Num momento de sorte (ou azar) ele é confundido com um duque e acaba sendo arrastado à um quarto por Sabine, a solista mais sensual e bela do lugar, se apaixonando perdidamente por ela.
O filme é lindo! Tem aquele clima vintage e burlesco da época que faz a gente querer trocar de lugar com os personagens (principalmente pelos figurinos *--*). Em contrapartida, o filme se torna atemporal por ter músicas atuais, conhecidas e imortalizadas (Smell Like Teen Spirit e Diamonds Are A Girls Best Friend podem sim estarem juntos no mesmo longa). Conta com Nicole Kidman no papel de Sabine e Ewan (lindo!) McGregor como Christopher.
8- Grease: Nos Tempos da Brilhantina (1978)
Se você já foi a alguma festa estilo anos 50/60, com certeza já usou vestidos como o da pura e ingênua Sandy (look Sandra Dee, alma de Rizzo: estamos de olho, hem!). Já sonhou com um bad boy estilo Danny Zuko, e desejou com o coração ir à um cinema drive in com ele. Bom, provavelmente sua mãe já. Ambientado na Califórnia do fim da década de 50, Grease conta a história do casal Sandy e Danny que se conhece durante as férias de verão e se apaixonam, porém têm o seu relacionamento abalado pela volta às aulas, o comportamento esnobe dele e mimado dela. Recheado dos esteriótipos de filmes adolescentes americanos, com gangues, grupinhos, patricinhas e antagonistas cômicas, esse mostra exatamente o tipo de vida dos jovens da época.
Foi em Grease que nós conhecemos os dotes dançarinos de John Travolta, que se intensificou em Saturday Night Fever, e a voz linda de Olivia Newton-John (PHYSICAL!). Além das músicas que marcaram e vão passando de geração em geração, porque com certeza você já ouviu Summer Nights (mesmo o riff emprestado ao One Direction) e o formato do longa serve de base para muitos filmes que fizeram parte da sua infância de Sessão da Tarde e Disney (nenhuma semelhança entre Travolta e Zac Efron?)
7- A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971)
Ah, essa lista não faria o menor sentido se eu não colocasse os filmes que me introduziram ao mundo dos musicais, como é o caso desse. O longa conta a história de Charlie, um menino pobre e humilde que, assim como mais quatro crianças, encontra um bilhete dourado dentro das famosas barras de chocolate Wonka, servindo como ticket de entrada ao mundo colorido e fantástico da Fábrica de Doces de Willy Wonka (dizem que no mundo inteiro não há melhor confeiteiro). Lá eles conhecem os segredos e as maravilhas da maior e mais misteriosa fábrica de chocolates do mundo, assim como o seu fundador. Oompa-Loompas, balas intermináveis, chicletes refeição, cachoeira de chocolate e músicas inéditas e inesquecíveis. Provavelmente você já viu o remake de 2005, dirigido por Tim Burton e estrelado por Johnny Depp, mas não se contente com ele. A versão original de 71 é infinitamente superior e completa. A atuação de Gene Wilder como o Mestre Wonka já vale muito o filme, e, numa época em que recursos visuais eram precários, esse filme consegue te introduzir ao mundo da fantasia e inocência, sem perder o encanto um segundo. Você ainda tem a opção de ouvir as canções em versões dubladas e legendadas, o que poucos musicais oferecem. Vale a pena!
6- O Fantasma da Ópera (2005)
Baseado na obra homônima de Gaston Leroux, O Fantasma da Ópera faz parte da cultura mundial há tanto tempo que não há um cidadão que nunca tenha ouvido falar deste que vive no subsolo da Ópera de Paris. De muitas versões que existem dessa obra, além do Concerto, o filme de 2004 é a que eu mais gosto. Por que? Bom, começando pelo mérito de que permanece totalmente fiel ao musical original, além de trazer canções originais, e uma química sensacional entre Emmy Blossom e Gerard Buttler. Ah, o que já nos leva ao segundo ponto: Gerard Buttler cantando. Quem diria que por trás do herói, que você conheceu primeiro em "300", existia um Erik sensível, intenso e dono de uma voz MARAVILHOSA? Pois é... Tanto que conquistou não só meu coração como os dos diretores, que preferiram ele ao John Travolta e Antonio Banderas.
O filme começa com um leilão na antiga Ópera de Paris, onde um lustre faz o Visconde Raul lembrar da história por trás da decadência do local e dos que por aquele lugar viviam. Como era o caso de Christine, uma menina órfã que vivia aos cuidados de Madame Gery e que tinha a música como paixão. Guiada e ensinada desde criança por uma misteriosa figura, a qual ela se refere como seu "Anjo da Música", Christine tem o sonho de protagonizar a Ópera. Quando ela, finalmente consegue ser ouvida, ela descobre a verdade por trás de seu "anjo", um homem misterioso que vive no subsolo do lugar e esconde uma triste história. Obcecado por Christine, o Fantasma não aceita quando ela se apaixona por Raul, um antigo colega de infância. Dai surge uma trama emocionante, regada por horror, dor e músicas eternizadas.
Se algum dia, alguém já te assustou com o piano do início do tema do Fantasma, já está na hora de você assistir o filme e ver que por trás do terror, existe uma linda história de amor.
Bom, você tem uma semana para colocar em prática e assistir esses filmes. Dance, cante, se emocione e principalmente, se apaixone!
Te espero com a parte dois dessa lista na semana que vem ;)
BÔNUS: Tenacious D - A Palheta do Destino (2006)
Ok, eu admito que pensei um pouco antes de adicionar esse aqui por duas razões: ele não é exatamente um musical, tampouco da Broadway e é muito maluco. Mas, não seria nada honesta se deixasse de fora um dos meus filmes preferidos só por ele ser "diferente" Por isso é um bônus especial, para você que assim como eu, ama essas coisas bizarras que só o cinema proporciona.
Aqui vocês vão encontrar dois caras à procura de uma palheta que os levarão ao topo do rock (não tem como não amar, galera, por favor!). Jack Black dá vida à JB (hem?), um cara considerado a ovelha negra de uma família muito religiosa, que tem desde criança, o sonho de ser uma estrela do rock n' roll. Guiado pelo amor por seus ídolos, ele foge de casa e vai até Los Angeles onde conhece KG com quem cria uma banda. Apesar dos esforços, ambos têm um bloqueio criativo e decidem ir em busca de uma estranha palheta mágica que supostamente fora responsável pelo sucesso de grandes bandas, como Led Zeppelin, The Who, AC/DC.
As músicas são muito engraçadas, os diálogos são impagáveis, é tudo bem esteriotipado e temos Jack Black em sua versão mais pura, ele mesmo. Eu admito que sempre adorei esse cara, e unir a paixão dele pelo rock à comédia foi coisa de gênio. Se não for sua praia, vale pelas risadas (e pela voz do Jack que realmente é de uma estrela do rock, mas isso você sabe desde Escola de Rock).
Se tem uma década que eu gosto no cinema é a de 80. Tudo por causa do
Ferris Bueller, do Marty Mcfly e todas as personagens de Molly Ringwald.
Agradecimento especial à minha amiga Patrícia por me apresentar ao filme A Garota de
Rosa-Shocking. A partir daí quis assistir mais filmes parecidos, então
fui atrás do tal diretor John Hughes, responsável também por O Clube dos
Cinco, Gatinhas e Gatõese Curtindo a Vida
Adoidado. Digamos que esse cara é f*da, mesmo. E em três títulos que
dirigiu, repetiu uma mesma atriz: Molly
Ringwald.
A Garota de Rosa-Shocking (1986)
Então você está assistindo o filme e vê uma versão mais nova do Alan,
de Two And a Half Man. O ator, Jon
Cryer, é o excêntrico Duckie. Ele é completamente apaixonado pela personagem de
Molly, a Andie. Eu não quero contar o filme, mas shippava muito esses dois. Mas
é claro que a protagonista não quer o engraçadinho que fica correndo atrás
dela, e sim o carinha popular e rico, Blane. Já ela é invisível no colégio e tem
um pai alcoólatra e desempregado. Aí está uma crítica à desigualdade social!
Depois de muitos olhares trocados na loja de discos em que Andie
trabalha, a New Wave, Blane a chama para sair. Pretty in Pink é um daqueles romances fofos com ótimos figurinos e
computadores ainda com tela preta e letras verdes. Só o final que não me
agrada, mas pesquisando sobre o filme descobri que há um final alternativo que
termina exatamente como eu queria. #TeamDuckie
O Clube dos Cinco (1985)
O Clube dos Cinco (1985)
É impossível não ter ouvido falar desse filme. Nem que tenha sido por meio
de Pitch Perfect ou Easy A, que mencionam a história e,
claro, a maravilhosa trilha sonora “Don’t
you forget about me...”.
O filme trata de estereótipos e cada protagonista representa um deles:
a patricinha, o atleta, o nerd, a esquisita e o rebelde. Todos os
acontecimentos se passam em um dia, mais precisamente oito horas. E eu adoro
isso! Todos estão na detenção e acabam se conhecendo melhor, compartilhando
seus dramas pessoais. É interessante que muitas cenas são improvisadas pelos
atores e ao assistir o filme você percebe o quanto ele é uma inspiração para
produções atuais ou são constantemente mencionados. Eu, pelo menos, já vi nas
séries Suits, New Girl e The Office.
Minha parte favorita é quando eles estão dançando ligeiramente
alterados.
Gatinhas e Gatões (1984)
Nunca entendi como o título Sixteen
Candles virou Gatinhas e Gatões,
mas não tem problema porque esse filme é hilário! Ok, existem algumas partes
que me incomodam bastante e é por causa do personagem Long Duk Dong, um
intercambista asiátio (não faço ideia de que país exatamente) muito
estereotipado e que faz as coisas mais ridículas durante o filme. Mas vamos
esquecer ele.
Molly é Sam, uma garota que sempre foi apaixonada por Jake Ryan, mas
nunca teve esperanças por ele namorar a garota mais linda do colégio, Caroline.
Ela acaba de completar dezesseis anos mas ninguém de sua família se lembrou. Tudo
graças ao casamento da irmã, que é no dia seguinte e está deixando todo mundo
louco. Enquanto responde um formulário sobre sua situação aos dezesseis, provavelmente
criado por ela mesma anos antes, ela expressa seu interesse por Jake e após
amassar e jogar fora o papel, o mesmo acaba lendo. É assim que ele começa a perceber a
garota e a se interessar, também.
Assistam esse filme!
O Rei da Paquera (1987)
Aí você descobre que Molly Ringwald fez um filme com Robert Downey
Junior a.k.a Tony Stark a.k.a Homem de Ferro. É claro que eu tive que assistir!
E, gente, é um dos melhores, com certeza!
A história tem o Robert como Jack, um paquerador muito habilidoso. Ele
tem um papel com mil telefones de mil garotas diferentes. Facilmente conversa
com as mulheres na rua e faz com que as mais desconfiadas abram um sorriso a
ele. Por isso que quando Randy não cai nos seus encantos tão facilmente ele
fica intrigado e vai atrás dela. O filme
todo se passa em pouco mais de um dia e é interessante a sequência de eventos
que ocorrem nesse breve período. Jack descobre que Molly está com problemas
porque o pai – que ele acha que é o marido mais velho dela – está devendo
dinheiro a mafiosos e não tem como quitar a dívida.
Esse filme é provavelmente meu favorito entre todos os anteriores e é
impossível você não gostar!
Já assistiram algum dos filmes mencionados? Qual o seu favorito? Me
falem!
Informe: Devido a problemas com o meu computador está ficando cada vez mais difícil fazer os posts na hora que eu quero por motivos de: ele trava a cada 3 minutos.
Olá, queridos culpados!
Já comecei o post em clima de "Sinto muito!" porque estou tendo, mesmo, sérios problemas com meu note, por isso o post de ontem saiu só hoje. :( Mas ainda assim, espero que espero que vocês gostem!
Bom, hoje eu fui ao cinema com minha irmã e meu cunhado para assistirmos Insurgente (que eu estava doida pra ver desde que foi para as telonas), e a minha ideia era mostrar pra vocês, de uma forma mais intimista, como foi a nossa noite.
Olá, unha por fazer #ops
Vou começar falando que AMEI o filme! HashtagChocada Me surpreendi do começo ao fim, a trama se desenvolve e fica bem mais complexa nesse segundo filme da franquia. E neste temos mais história e menos cenas de ação (e não, isso não faz com que seja menos interessante que o anterior).
Não vou dar spoiler pra quem ainda não teve a chance de ver por isso digo: Corram! Vocês não vão se arrepender!
Agora, depois de todo o meu frenesi HAHAHA podemos ir para a parte onde conto como foi.
Vou começar contando que sou um tanto quanto enrolada então comecei a me arrumar quando minha irmã disse "Estou saindo de casa". Na hora que ela mandou um whats falando "Pode descer" eu estava começando a propriamente me arrumar, então vocês já podem imaginar a correria! Mas nem por isso eu deixei de lado a minha vontade de me vestir bem (claro que foi com pressa e eu queria conforto, mas eu me saí bem, podem conferir!).
Blusa FARM, Bota C&A, Calça Abercrombie& Fitch, Bolsa RENNER, Tricô H&M
O resultado desse meu pequeno atraso foi: Chegamos em cima da hora.
Desci do carro com minha irmã, compramos os ingressos e corremos pra fila do McDonald's. OI? Sim, fiz aquela que estava com fome e sabia que pipoca não iria encher kkkk
Nossa sessão era 3D - uhuuul - então além do meu óculos de grau eu tive o da sala e, quem usa óculos sabe, que vira um petêcoporque eles ficam deslizando e escorregando o tempo inteiro.
Assistindo o filme eu fui/sou Caras&Bocas,porque não consigo me conter com todos os lances inesperados (mas prometo que não falo nada ta?! são só caras mesmo).
E é isso, meus lindos! A aventura foi grande, o filme foi incrível e o problema foi só na hora de ligar o note pra contar pra vocês Êh he he (risadinha de Voldemort).
O formato é novo, é intimo e mais direto. Não tratei só de moda, mas não deixei de falar da linda com meu #LOOKDODIA ;) Se gostaram me deixem saber, podem comentar e contar o que acharam do filme - preciso saber que não sou a única que tem feelings pelo Four hahaha.
Sabe aquele sábado que bate aquela preguiça de sair, sem ânimo até de ir ao cinema? com base nisso, decidir criar uma playlist dos filmes mais legais que irá passar na TV aberta e fechada nesse sábado
.
Hoje, 14/03
Segunda parte do prequei da famosa trilogia O Senhor dos Anéis. A história, ambientada 60 anos antes da saga do Anel, mostra a inesperada aventura de Bilbo Bolseiro, tio do jovem Frodo, ao lado do mago Gandalf, do anão Thorin Escudo de Carvalho e seus 13 companheiro, no resgate de tesouso da família de Thorin, que foi roubado pelo temido dragão Smaug.
Em Las Vegas para realizar uma despedida de solteiros, três amigos e padrinhos de casamento acabam se perdendo do noivo, após uma noitada de bebedeiras. Agora, eles precisam reconstituir todos os passos que deram para encontrá-lo.
A história de um menino chamado Pi (Suray Sharma/ Irrfan Khan), filho de um tratador de zoológico, que se encontra na campanhia de uma hiena, uma zebra, um orangotango e um tigre de bengala, depois de um naufragio que os deixa à deriva no Oceano Pacífico.
Jim Carrey volta À comédia no papel de Carl Allen, um homem que se recruta num programa de auto-ajuda baseado num único principio: dizer ''sim'' para tudo e qualquer coisa. No começo, ele fica maluco e isso vira sua vida de cabeça para baixo, mas logo ele começa a perceber infinitas possibilidades.
A Culpa é das Estrelas acompanha a jovem Hazel Grace, uma menina que tem um tipo complexo de cancer. Em uma de suas idas a um grupo de apoio ela conhece Augustus Waters, um jovem bonito com quem ela vive uma grande história de amor- e aprender que a vida é cheia de novas possibilidades.
Nóe vive com a esposa Naameh e os filhos Sem, Cam e Jafé em uma terra desolada, onde os homens perseguem e matam uns aos outros. Um dia, Noé recebe uma mensagem do Criador de que deve encontrar Matusalém. Durante o percurso ele acaba salvando a vida da jovem lla, que tem um ferimento grave na barriga. Ao encontrar Matusalém, Noé descobre que tem a tarefa de construir uma imensa arca, que abrigará os animais durante um dilúvio que acabará com a vida na Terra, de forma a que a visão do Criador possa ser, enfim, resgatada.
Cody (Frankie Muniz) é um adolescente comum que adora skate, não suporta matématica e é tímido com as
garotas. Atrás dessa personaldiade, esconde um agente mirim da CIA, que o faz realizar alguns desejos dos meninos de sua idade, como dirigir um carro de luxo e ficar em contato com lindas mulheres. Agora, ele terá de se disfarçar e ir até Londres para uma missão.
Esses foram meus escolhidos para curtir o sábado em casa! Gostaram? Beijos, Taly ♥
Hoje
resolvi falar um pouco sobre um ícone dos anos 50: Audrey Hepburn. Vocês devem
conhecê-la como a eterna Holy Golightly, a bonequinha de luxo. Ela é a minha
atriz favorita de filmes clássicos e, apesar de não ter visto todos os filmes
dela (ainda!), vou contar minhas coisas favoritas sobre os que eu já vi.
Bonequinha de Luxo (1961)
A cena de Moon River. O filme não é P&B.
Vamos
começar pelo mais conhecido. Se você não é o maior fã de filmes antigos,
garanto que há uma grande chance de você gostar desse. É um romance engraçado, fofo, com uma
protagonista diferente do usual. É impossível não gostar de Holly, uma garota
de programa fútil, inocente, ambiciosa e decidida a se casar com um homem rico.
Talvez essa descrição não tenha ajudado muito, mas o modo como Hepburn dá vida
à personagem torna a personagem muito amável.
Como
eu disse, Holly sonha em se casar com um homem rico. Mas acaba se apaixonando
pelo novo vizinho, Paul Varjak. Um aspirante a escritor que é bancado pela
amante. Holly não se deixa entregar por seus sentimentos para que não atrapalhe
seus planos de ser rica. Uma das minhas cenas favoritas é a que ela canta Moon
River na janela do apartamento. Também adoro o fato do gato dela se chamar
gato. Sim, gato. A razão de ser esse o nome você pode descobrir assistindo (é
uma desculpa esfarrapada por eu não lembrar).
Em
inglês, o título traduzido é Café da
Manhã na Tiffany, o nome do livro que deu origem ao filme e que faz
referência ao costume de Holly de comer café da manhã em frente à famosa joalheria.
Acabou que muita gente que visita Nova Iorque faz o mesmo, graças a ela. Outra
curiosidade é que o autor do livro queria que quem interpretasse a personagem
principal fosse Marilyn Monroe, e não Audrey. Bem, prefiro do jeito que ficou.
E vocês?
Minha Bela Dama/ My Fair Lady (1964)
Algo
interessante em ver filmes antigos é perceber a inspiração que eles são pros
filmes atuais. A série cancelada Selfie
era inspirada em Minha Bela Dama e o
filme da Disney Confissões de uma
adolescente em crise faz uma adaptação da história na peça da escola.
Interessante, não é?
Mas
vou falar a verdade pra vocês: eu não gosto do filme. Apesar de ter achado
hilário a atuação de Audrey como a Eliza antes de ser transformada em uma dama,
o cenário me incomoda bastante. Parece muito falso, achei mal feito. A
iluminação também não é das melhores. Mas o que compensa tudo são as roupas:
bem dramáticas e elaboradas.
No
filme, Audrey é Eliza Doolitle, uma florista sem modos, com um sotaque muito carregado e cheio de
erros de gramática, que pede a ajuda de Henry, um professor de fonética, para
se transformar em uma dama. Ele aposta com um amigo que consegue fazer tudo em
seis meses, mas a tarefa é muito mais trabalhosa do que ele imaginava.
Uma
cena que eu adoro é na corrida de cavalos, quando a Eliza põe em prática os
ensinamentos de Henry pela primeira vez. Mas tudo dá errado quando ela grita
pro cavalo: “Come on, Dover! Move your
bloomin' arse!”, que quer dizer algo como “Vamos lá, Dover. Mexe esse
maldito traseiro!”. Assista aqui.
Charada (1963)
Esse
é o meu favorito de todos! Cheio de suspense e mistério, a história se passa em
Paris, quando Regina Lambert, que está se divorciando do marido, descobre que o
mesmo foi assassinado. Tendo este pego todo o dinheiro, que agora está perdido,
Regina se vê falida e, para piorar, tem que se preocupar com ladrões que
acreditam que ela esconde a quantia. Pra isso, conta com Peter Joshua, um homem
que ela não sem certeza se pode confiar ou não.
Charada
é aquele tipo de filme que te deixa sem ar! Você fica em dúvida sobre quem é o
assassino o filme inteiro e desconfia de todos, até mesmo (pelo menos no meu
caso) da protagonista. Minha cena favorita é quando a polícia faz perguntas pra
Regina sobre o falecido marido e quase todas as respostas são "Eu não
sei!", com a voz super fofa da Audrey.
Como
todos os filmes que tem a Audrey, o figurino é maravilhoso. Mesmo não sendo
muito a ver com moda, já que é um filme de suspense e mistério. Também é fofo o
romance entre ela e o Peter (que muda de nomes várias vezes ao longo da
história). Uma curiosidade é que o ator, Cary Grant, não se sentia confortável
com o romance por ser muito mais velho que a Audrey. Por isso pediu para deixar
claro no roteiro que era Regina que ia atrás dele, e não o contrário. Minhas
cenas favorita são as que ela está fugindo do... Não vou contar porque é spoiler!
A Princesa e o Plebeu (1953)
Roman Holiday, como é o título em inglês, ainda é preto e branco.
Mas é um filme leve, romântico e engraçado. A história é sobre a princesa Ann,
que está cansada de tantos compromissos e tarefas. Ela decide, então, passear
um pouco por Roma anonimamente. Ela foge completamente dopada por remédio pra
dormir e quem a socorre, bem irritado com as atitudes da moça, mas não querendo
largá-la na rua sozinha, é Joe Bradley (Gregory Peck).
No
dia seguinte, ele a reconhece e, por ser repórter de um jornal que está o
cobrando para fazer uma matéria sobre ela, ele aproveita a oportunidade para
escrever sobre a princesa, fingindo não saber quem ela é. É claro que ele
desiste da ideia quando acaba se apaixonando.
Minha
cena favorita é [spoiler alert] a do
beijo deles. Eles estão encharcados, depois de pularem no rio fugindo de uma
briga. E também a cena da despedida...
Cinderela
em Paris (1957)
Outro
filme que não sou a maior fã. E, assim como My
Fair Lady, é musical. Na história, Audrey é Jo Stockcon, uma balconista de
uma livraria que é descoberta por Dick Avery, um famoso fotógrafo de moda. Ele
trabalha para a Quality Magazine, uma revista feminina que que tem como editora
Maggie Precott, que está a procura de um “novo rosto”. No começo ela não é a
maior fã da ideia de ter Jo como modelo, e até mesmo Jo reluta. Mas ao saber
que indo à Paris para ser fotografada poderá conhecer Emile Flostre, um
intelectual que ela adora, ela topa o desafio. É claro que nem tudo dá certo.
O
que eu não gostei muito foi o excesso de música, que não são tão legais de
ouvir. Mas a cena que eu mais gosto é a que Jo e Dick dançam, e ela está com um
vestido de noiva muito lindo. Eles atravessam o rio dançando em cima de uma
espécie de jangada, o que também acontece no filme Doze é Demais 2. Não disse
que filmes clássicos ainda inspiram os novos? Ah, e é claro, a cena do vestido
vermelho. Ela sendo fotografada descendo a escada!
Sabrina (1954)
Sabrina
é outro filme em que a personagem de Audrey passa por uma transformação. A
personagem principal, que tem o nome como título, é filha do chofer de uma
família muito poderosa com dois filhos bem diferentes um do outro. Desde
pequena, Sabrina é apaixonada pelo caçula, um playboy incorrigível que nunca
prestou atenção nela. Quando retorna de uma viagem de dois anos em Paris, ela
volta mudada e finalmente ele repara nela. Mesmo noivo de outra mulher, membro
de outra família poderosa que dará uma fusão muito lucrativa para ambas as
família. O irmão mais velho, um empresário muito competente, tenta intervir no
romance mas acaba se apaixonando também. Ou seja, muita confusão!
Sabrina
também tem um remake de 1995 e não é ruim. Se você não gosta muito de filme
preto em branco, pode assistir a ele. Agora vamos à minha cena favorita: No dia
que Sabrina volta de Paris, David, o playboy, a chama para o baile que vai ter
no jardim. Ela aparece num vestido maravilhoso e todos se impressionam quando
ela chega. Sou apaixonada por esse vestido, que vocês podem ver acima.
É uma pena Audrey ter falecido tão cedo, em 1993, devido um
câncer no apêndice. Mas ela será, para sempre, reconhecida por seu talento!