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sábado, 10 de outubro de 2015

6 filmes pra quem ama moda ❤

O Diabo Veste Prada
As chances de você nunca ter visto esse filme são pequenas. Acho até redundante ele fazer parte dessa lista por causa disso, mas, caso você nunca tenha visto, acredite: é muito bom! E se você já viu mas há muito tempo, assista de novo. Eu fiz isso recentemente e, nossa, já tinha esquecido de tantos detalhes!
Andrea Sachs é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly, principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.
Então o filme é, basicamente, sobre uma garota nada fashion que vai trabalhar para a mulher que dita a moda em todo o mundo e acaba descobrindo que a vida nessa indústria não é nada glamurosa como as pessoas imaginam. Ela também sofre um makeover em uma parte do filme à là Mia Thermopolis em O Diário da Princesa. Tinha que ser a Anne Hathaway no papel. ❤

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Coco Antes de Chanel

Impossível fazer uma lista sem mencionar o filme da mulher que revolucionou a moda feminina. Quando todas as mulheres ainda usavam espartilho, saias amplas de múltiplos babados, veio Coco introduzir no nosso guarda-roupa trajes de tecidos xadrez, blusas de malha fina, calças e jaquetas curtas. Vinda de origem humilde, Coco virou história e podemos conhecer mais no seu filme com a Amelie Poulain Audrey Tautou.
Quando criança Gabrielle é deixada, junto com a irmã Adrienne, em um orfanato. Ao crescer,  ela divide seu tempo como cantora de cabaré e costureira, fazendo bainha nos fundos da alfaiataria de uma pequena cidade. Até que ela recebe o apoio de Étienne Balsan, que passa a ser seu protetor. Recusando-se a ser a esposa de alguém, até mesmo de seu amado Arthur Capel, ela revoluciona a moda ao passar a se vestir costumeiramente com as roupas de homem, abolindo os espartilhos e adereços exagerados típicos da época.


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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Editorial de Moda: Diversidade

Oi, pessoas!

Como alguns já sabem, eu estudo Publicidade e Propaganda. No meu curso tem várias matérias legais e, uma delas, é Foto Publicitária, que tem como objetivo ensinar a fazer fotos mais profissionais para o mercado de trabalho publicitário. Semana passada foi a vez de criarmos fotos para um editorial de moda e escolhemos como tema a DIVERSIDADE, mostrando através da moda a diversidade do mundo. E, euzinha, fui escolhida para representar a America do Sul! Foi bem divertido e gostei bastante do resultado! Abaixo tem algumas fotos do ensaio. Espero que curtam! 

As fotos foram feitas em ambientes internos e externos! 






















São bastante fotinhas! Eai, gostaram?

 Beixos, Taly <3

Ph por Sabrina Ribeiro, Ângela Saliba e Gabriel Ferreira

sábado, 15 de agosto de 2015

5 livros que vão virar filme!

Há quem não goste quando o livro amado fecha contrato com uma produtora de filmes. Ninguém quer ver sua obra favorita ser transformada em uma adaptação sem nexo que não faz jus ao talento do escritor por trás de tudo. Mesmo eu tendo experiência com essa situação (nunca me recuperei do filme de O Ladrão de Raios), sempre que sai a notícia de que adaptarão um livro que eu li – mesmo quando eu não sou a maior fã –, fico extremamente feliz.
É uma mistura de sentimentos, na verdade. Ao mesmo tempo que é chato assistir um filme que você já sabe o início, meio e fim da história (não teve graça ver Garota Exemplar, por exemplo), é uma experiência única ver algo que antes estava apenas na sua cabeça criar vida. Embora seja triste quando o diretor não explora todo o potencial da história, principalmente por causa do curto período de tempo.

O Projeto Rosie 

Eu estava numa ressaca literária. Sabe quando não está afim de ler livro algum que esteja na sua estante? Eis que a Isabelle Dias comenta sobre O Projeto Rosie no seu blog, o Quintal de Casa, e eu decido ler. Parece que o autor escreveu o livro já pensando na adaptação!
O protagonista se chama Don e geralmente o descrevo como uma combinação do Sheldon, de The Big Bang Theory, e Sherlock, da série britânica homônima. Don é um professor de genética extremamente inteligente, mas péssimo no quesito social. Aos 39 anos ele acredita que já passou da hora de encontrar uma esposa e decide que não irá mais perder tempo com encontros fadados ao desastre. Por isso, ele cria o Projeto Esposa, um questionário para as pretendentes responderem antes de qualquer coisa. Ele acaba conhecendo Rosie, que a princípio acredita que foi seu melhor amigo quem a indicou, e a chama para sair. No primeiro encontro fica claro que ela é uma candidata completamente inadequada à futura esposa. Porém, ao ouvir que ela procura o seu pai verdadeiro, ele decide ajuda-la.
A atriz escalada para dar vida à Rosie é ninguém mais ninguém menos que Jennifer Lawrence! Acredito que Jen vai dar conta do recado, mas quem será nosso querido Don? Alguma sugestão? O roteiro foi escrito por Scott Neustadter e Michael Weber, os mesmos de 500 Dias com Ela, e há boatos de que será dirigido por Richard Liklater, o mesmo diretor de Boyhood – Da Infância à Juventude. Só esperamos que não demore 12 anos para lançar o filme. Os direitos foram comprados pela Sony.
Dreamcast: A Isabelle também comentou que amaria que o Ryan Gosling fizesse o Don e, olha, achei a ideia maravilhosa!


A Maldição do Tigre

Eu li A Maldição do Tigre em 2013 e naquele ano já tinham anunciado que viraria filme. Estamos em 2015, pelo amor de Deus. Quando vocês estão pensando em lançar? Até agora apenas temos o diretor, que, aliás, foi uma baita escolha: Shekhar Kapur. O cara já trabalhou em zilhões de filmes indianos e ganhou um prêmio da International Indian Film Academy. Ótima escolha para um filme com mitologia hindu e que a maior parte se passa na Índia!
Vamos à história: Kelsey é uma garota extremamente sem-graça, apesar das grandes tentativas de fazer piadas irônicas por toda a série de livros, que começa a trabalhar em um circo. É lá que conhece o tigre Ren e passa seu tempo livre com ele. Quando o tigre é comprado, o dono pede que ela ajude a transportá-lo à India. Chegando lá, ela descobre que, na verdade, ele é um príncipe indiano preso a uma maldição que o prende à forma de um tigre. Por alguma razão, apenas ela pode ajudá-lo a voltar a ser humano completamente. 
A história é mais complexa que isso, juro! E acredito que tem bastante potencial para ser um baita filme. Claro que arrumando alguns aspectos da história, como o péssimo triângulo amoroso entre Kelsey, Ren e seu irmão caçula à là Damon Salvatore, o Kishan.
Dreamcast: Já que a Kelsey é tão sem-graça, apesar de na leitura você perceber o esforço da autora em torná-la alguém engraçada, quem sabe uma atriz naturalmente assim possa salvá-la de ser a próxima Bella Swan! E claro que essa pessoa é a Emma Stone. Seria um sonho, apesar de achar isso bem difícil. E, como Ren, o lindo do Douglas Booth. Mas acredito que um ator indiano, ou ao menos descendente de família indiana, seja o escolhido.

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista

Adoro filmes e livros que se passam em um curto período de tempo. No caso, 24 horas. Apesar do nome meloso, é uma boa história que não envolve apenas um romance entre um casal, mas também o relacionamento deles com a família. Tudo começa quando Hadley (que vai ser interpretada pela Hailee Steinfeld!!) chega quatro minutos atrasada para o seu voo e acaba tendo de pegar o próximo. Nessa confusão ela conhece o Oliver (que vai ser interpretado pelo fofo do Robert Sheehan, o Simon do filme Cidade dos Ossos!), que é um britânico (todas amamos esse sotaque maravilhoso) e senta do lado dela na longa viagem de Nova York para Londres. Lá eles conversam sobre a vida deles, sobre a razão de estarem indo à Inglaterra e enfim, acabam gostando um do outro.
A razão de Oliver ir à Londres é um mistério que perdura até um pouco depois do meio do livro e é um assunto que ele não gosta muito de falar. Já Hadley tem de comparecer ao segundo casamento do pai com uma mulher que ela mal conhece. Ela não consegue aceitar que o pai vai casar de novo e é um assunto bem interessante, de verdade.
A própria autora, Jennifer E. Smith será uma das roteiristas, junto com o Dustin Lance Black, que também será o direto e já  ganhou um Oscar com o filme Milk.

Eleanor e Park

Eita livro que divide opiniões. Tem quem ama e quem odeia. Tem que ama, mas odeia o final. Acredito que será um baita filme se for feito direitinho! Não é só mais uma historinha de amor, onde tudo é arco-íris e unicórnios. Eleanor e Park são dois adolescentes de 16 anos que se sentam juntos todos os dias no ônibus da escola nos anos 80, em Mohana, Nebraska. Eleanor é nova na cidade, é ruiva, gordinha e tenta ao máximo ser invisível, apesar de ter roupas chamativas que à princípio incomoda muito Park. Já ele, é metade coreano, ama gibis e está tentando descobrir quem ele é. É muito fofo como um casal tão improvável se apaixona tão gradualmente e a relação vai ficando mais intensa. Eu realmente amei o livro, apesar de o começo ser bem lento e quase fazer você desistir. O final não me deixou tão revoltada, mas, sim, não é dos melhores. Não tem diretor, não tem ator nenhum escalado, mas foi comprado pela DreamWorks!
Dreamcast: É complicado imaginar alguém sendo a Eleanor, então estou bem curiosa quanto a isso. Acredito que será uma atriz desconhecida, mas para o dreamcast escolhi a Jane Levy, conhecida por estar na série Suburgatory. Ela tem o rosto mais arrendondado e ganhando uns quilinhos pode viver a Eleanor! Já o Park só consegui pensar no Minho de Maze Runner, o ator Ki Hong Lee. O problema é que ele tem 28 anos! Pra atuar como alguém de 16 não é muito legal. 


A Seleção

É bom que a fotografia desse filme seja maravilhosa! Sem falar no figurino, claro,  porque olha só a capa desse livro! Também sem nenhuma informação sobre a equipe que vai produzir o filme, o que nos resta é esperar que não façam besteira como fizeram com o piloto do que seria a série da CW. Eu amo a CW – canal de The Vampire Diaries, Arrow, The Flash... – mas graças a Deus que o piloto de A Seleção foi engavetado, porque era terrível. Mudaram tudo e a escolhe de atores foi péssima (mesmo eu amando o ator que interpreta o Enzo em TVD, ele não tem nada a ver com o Maxon).
Pra quem não sabe, a história é uma distopia que se passa em um futuro em que os Estados Unidos foram comprados pela China, se tornando o país de regime monárquico lléa. Lá a sociedade é dividida em castas e América, a protagonista, está em uma das mais pobres. Uma chance para ela mudar a sua realidade e a da sua família é entrando na competição A Seleção, em que 35 garotas são escolhidas para tentar conquistar o coração do príncipe de Illéa e virar a próxima rainha. America não está nada interessada nisso, pois está apaixonada pelo namorado, o Aspen, que por acaso está na pior das castas. Mas ela acaba sendo selecionada e conhece o príncipe Maxon – por quem você vai se apaixonar perdidamente e, bem, também deixa a America bem confusa.
A única informação sobre a adaptação é de que os direitos foram comprados pela Warner Bros. Cruzem os dedos pra dar tudo certo e ser um ótimo filme!  
Dreamcast: Acho o Gregg Sulkin a cara do Maxon. Ele tem um rostinho de "sou bonzinho" que combina. E o Aspen que realmente não sei quem poderia ser, mas botei o Daniel Sharman porque eu adoro ele. Quanto a America, que tal chamar a modelo da capa do livro? Será que ela atua? :P


Não é filme, mas a ABC Family socorreu o best-seller Os Intrumentos Mortais e ano que vem lança a série de TV, já que o filme não deu muito sucesso. Já saíram fotos oficiais e parece que vai ser muito boa! O Jace será interpretado pelo Dominic Sherwood, que apareceu no clipe da música Style da Taylor Swift. Lindo!

Já leram algum livro mencionado? Qual promete mais? Comentem! <3 o:p="">

sábado, 23 de maio de 2015

Como ser popular por Maya Van Wagenen

Um belo dia, o pai de Maya se deparou com um curioso livro em um sebo. Folheando o exemplar rasgado e desbotado, leu o título: O Guia de Popularidade para Adolescentes de Betty Cornell. Foi escrito em 1951 por uma ex-modelo e era repleto de dicas e conselhos sobre como melhorar o status social, algumas eram bem ultrapassadas como “substitua a maquiagem dos olhos por vaselina” ou “todas as garotas devem usar cinta”. Havia algo de especial naquilo, então decidiu comprar.
Durante anos abandonado no escritório do pai, o livro foi redescoberto pela mãe de Maya e, não sabendo o que fazer com aquilo, entregou à filha. Sua primeira impressão foi de quão bizarro era aquilo.  Porém, sua mãe a desafiou a seguir os conselhos de Betty durante os próximos meses do seu oitavo ano e documentar tudo o que acontece. De cara disse não, mas folheando um pouco mais as páginas, percebeu que nem tudo no livro era ultrapassado e havia ótimos conselhos a serem seguidos.
Não foi nada fácil. Parte do experimento foi aderir à moda dos anos 1950, como saias longas, luvas e chapéus. Também cortou o cabelo, começou a usar maquiagem, trabalhou a postura, começou a usar cinta e, por um mês, todo dia se sentou em uma mesa diferente na hora do intervalo para conhecer os diversos grupos da escala de popularidade (cujo ela pertencia à categoria invisível). Com muita honestidade e bom-humor, Maya se surpreende com as lições sobre popularidade que aprende durante o desafio.


Em abril de 2014, seu diário foi publicado pela editora Penguin. Popular: Vintage Wisdom for a Modern Geek –  traduzido no Brasil pela Globo Livros –  a tornou uma das autoras do ranking de mais vendidos do The New York Times com apenas quinze anos de idade. Sem falar que durante a experiência acabou conhecendo Betty Cornell.
Li Popular em praticamente um dia e fiquei muito inspirada pelo relato de Maya. Mesmo após os colegas rirem ou criticarem suas roupas e atitudes, ela continuou empenhada no desafio. Algo que gostamos de debater aqui no AD é que você não deve ter vergonha de ser você mesmo e não deve se preocupar com tendências ou etiquetas. E isso é algo bastante explorado na obra. Consegui entrar em contato com a autora, que foi muito simpática e topou responder algumas perguntas!

No livro, você não se sentiu confortável com a maquiagem e o novo corte de cabelo no começo, mas acabou se acostumando. Desde o experimento, o que mais mudou no seu estilo e o que não mudou?
Seguir os conselhos de Betty me ajudou a encontrar a confiança que eu precisava para o experimento e encontrar o meu próprio estilo. Eu decidi cortar o meu cabelo curto seis meses atrás. Estou ensinando a mim mesma a me maquiar, e estou mais confortável experimentando diferentes tipos de roupa.

Seu livro é bem real e honesto. Você não só escreveu sobre as consequências de seguir os conselhos do livro da Betty Cornell, mas também sobre o seu cotidiano em Brownsville (Texas), como aquela vez em que você e seus colegas precisaram se trancar na sala de aula por causa do narcotráfico. Houve algo que você deixou de fora do seu livro porque era muito pessoal?
Na verdade, não. Enquanto o experimento acontecia, eu transformei meu diário em um lugar para trabalhar as dificuldades que vivenciei. Às vezes eu ficava um pouco preocupada em colocar esse tipo de vulnerabilidade para tantas pessoas verem, mas a resposta às seções mais pessoais têm sido incrivelmente calorosa e positiva. Eu fico contente por tê-las mantido no livro.

Você decidiu seguir as dicas do livro de Betty pelo que você achava que seria o menos desafiador para o mais desafiador. Mas, na prática, qual foi a coisa mais difícil que você teve de fazer?
Eu acho que tudo tem a ver com a Atitude Popular (superando a timidez, me aproximando de outras pessoas). Foi o mais difícil para mim, porque envolvia tanto uma mudança interior como um esforço exterior. Mas isso foi durante o tópico em que aprendi muito mais sobre as pessoas, ganhei mais confiança e vi a maior transformação em mim mesma.

Maya para a revista Seventeen


Você mudou o nome dos seus amigos, colegas e professores no livro ou deixou seus nomes reais? Qual foi a impressão deles ao descobrir sobre o livro?
Todos os nomes das crianças e da maior parte dos adultos foram mudados, exceto nos casos em que eu explicitamente tive a permissão.  Em geral, a reação ao livro tem sido incrivelmente positiva. Kenzie (sua melhor amiga) tem me apoiado bastante, assim como muitos dos professores. Tem sido assustador e emocionante compartilhar o livro com eles.


“O mais básico de todos os fundamentos básicos é ser amável com as pessoas. Não é possível se divertir sozinha. É necessário compartilhar o prazer para que você possa desfrutar de fato essa sensação. Isso significa ter amigos”   — O Guia de Popularidade para Adolescentes, Betty Cornell 


Muitas pessoas ficaram surpresas com as suas novas roupas e acessórios e a julgaram por causa disso. O que não a fez desistir da experiência?
Definitivamente houve dias em que pensei que não poderia fazer aquilo. Às vezes era porque o conselho parecia muito difícil de seguir (como ir ao baile ou conhecer pessoas novas). Outras vezes eram os dias muito ruins que dificultaram que eu continuasse, quando os conselhos não funcionavam como eu esperava. Esses eram os momentos em que eu mais duvidei se deveria continuar. Mas escrever essas experiências me ajudou a trabalhar através disso e ver a mim mesma como a protagonista da minha história. Quando eu olhava tudo dessa maneira, eu sabia que não poderia desistir.

Eu li que seu livro conseguiu um contrato para um filme da Dreamworks. Isso é incrível! Alguma novidade sobre isso?
Eu não posso compartilhar muitos detalhes, mas posso dizer que agora mesmo estão trabalhando no roteiro. É tudo muito emocionante!

Muitas coisas aconteceram graças a sua experiência. De todas as coisas incríveis acontecendo na sua vida, o que mais te deixou animada?
Eu amo festivais de livros. Sentar em painéis, curtir os bastidores, conversar com autores gentis e bondosos, e conhecer leitores incríveis em um final de semana são o melhor tipo de inspiração que existe. Eu encorajo os adolescentes a irem atrás do que amam e não se preocuparem com a idade, porque a recompensa de falar sobre coisas que são importantes para eles enquanto expandem seu próprio conhecimento é inacreditável!


“Aprendi que um monte de gente tem medo de dar o primeiro passo numa conversa. Muitas delas estão simplesmente esperando que você fale antes. E muitas delas possuem histórias e personalidades maravilhosas" — Popular, Maya Van Wagenen


De todas as lições que aprendeu durante o experimento, qual foi a mais supreendente?
Muito frequentemente em livros e séries de TV, popularidade é mostrada como algo baseada no bullying, pressão dos amigos, exclusão e botar os outros para baixo. Esse não é o tipo de popularidade que eu descobri a partir do livro da Betty Cornell. Pelo contrário, a definição dela foi baseada em colocar o seu melhor eu adiante, ser corajoso e amável, abrir o seu círculo de amigos para aqueles que mais precisam desse apoio. Esta completamente inesperada lição tem impactado o modo como vivo minha vida e como interajo com as pessoas.

Você tem leitores brasileiros e tenho certeza de que não somos os únicos estrangeiros lendo o seu livro. Você imaginava que tantas pessoas de todos esses lugares no mundo leriam e se identificariam com o seu diário?
Eu sempre esperei que meu experimento se tornasse algo algum dia, mesmo que fosse apenas uma dissertação para o processo de admissão da faculdade. Mas nunca poderia ter previsto como tudo aconteceu. Eu me sinto incrivelmente sortuda por ter essa oportunidade de compartilhar a minha história com tantas pessoas. As edições estrangeiras são deslumbrantes e as pessoas com quem elas me conectaram enriqueceram a minha visão de mundo.

A dica final da Maya é que popularidade é mais do que parece. Não tem nada a ver com roupas, cabelo ou até mesmo dinheiro. “Quando a gente abandona esses rótulos, vemos os quão insignificantes e relativos eles realmente são. A verdadeira popularidade está na gentileza e aceitação. Tem a ver com saber quem você é e como você trata os outros”
Espero que tenham se interessado pelo livro, que você pode encontrar aqui. :)
Beijos,
Bela



quinta-feira, 21 de maio de 2015

Playlist para se apaixonar pelo Ed Sheeran

Como sugestão da minha querida amiga Hilana – aliás, sugestões são sempre bem-vindas! – o post hoje será sobre um dos artistas mais talentosos e completos da atualidade: Ed Sheeran.
Percebo que muitas pessoas têm receio de ouvir cantores ou bandas muito presentes na mídia, no top 100 da Billboard, e, principalmente, com fãs muito jovens. Por alguma razão, esses três fatos deixam o artista visto por maus olhos por pessoas que preferem um estilo de música mais antigo e menos conhecido, como se apenas assim música pudesse ser considerada boa.
Eu concordo que há muitas músicas com letras vazias, batidas sem-graça, e vozes puro auto-tune nas rádios. Mas não são todas! E o Ed Sheeran vem pra provar isso.

Eu o conheci por meio da minha cantora favorita – adivinhem – Taylor Swift. #EuShippoEssesDois. Quando ela ouviu Lego House pela primeira vez, ficou obcecada por ele e foi atrás de conhecê-lo. Acabaram escrevendo três músicas juntos em cima de uma gangorra e, entre elas, está a maravilhosa Everything Has Changed, presente no CD Red. Onde foram parar as outras? Não sei, até hoje eles torturam os fãs com isso. Viraram melhores amigos para sempre e foi ela quem o ajudou a ser reconhecido mundialmente e, consequentemente, me fez comprar o seu primeiro álbum, “+” (plus).
Eu costumo falar que Ed Sheeran tem um estilo próprio. Suas músicas são uma espécie de pop acústico com influencias hip-hop e funk (não o funk brasileiro, tá?) e adições de rap. Completamente diferente dos raps que estamos acostumados. Algo muito presente em suas composições são metáforas de todos os jeitos e palavrões. Acredite ou não, mas o cara consegue deixar até palavrão soar poético. Vamos à playlist!

1.     LegoHouse
Confesso que não é a minha favorita. Provavelmente por ser a primeira que ouvi e ouvi e ouvi até não dar mais. Eu diria até que enjoei, mas não seria certo porque no momento que ela começa a tocar eu escuto e canto do mesmo jeito. Mas, se você quer se apaixonar pelo Ed, quem sabe essa música seja uma boa opção para começar.
"And it's dark in the cold December

But I've got you to keep me warm

If you're broke then I will mend ya

And keep you sheltered from the storm"

2.     TheA Team
Essa foi a segunda música que ouvi dele e, a princípio, não prestei atenção na letra. Quando descobri sobre o que era, aí que eu amei mesmo. Com uma melodia suave e calma, Ed conta uma história que envolve prostituição e drogas. O clipe ilustra perfeitamente o significado da música. Elton John gostou tanto que o convidou para uma performance dela no Grammy!

"And in a pipe she flies to the Motherland

Or sells love to another man

It's too cold outside
For angels to fly"

3.     GiveMe Love
O que falar de uma música tão maravilhosa como essa? Mesmo no seu novo álbum, “X” (Multiply), não há uma substituta. A base instrumental é emocionante e  o final em que grita “Give me love!”é de arrepiar. Só nunca entendi o silêncio de vinte segundos que depois dá início a uma continuação, que é uma música diferente da que começa. Se você souber, favor me informar.

"You know I'll fight my corner

And that tonight I'll call ya

After my blood, is drowning in alcohol"
Ah, para os fãs de The Vampire Diaries essa música também é muito especial e é fundo de uma dança no baile dos Mikaelson. Minha parte favorita é a Elena dando de cara com o Stefan, na época com os sentimentos desligados, na parte do “Give me love like never before”. Relembrem aqui.
4.     ThinkingOut Loud
Provavelmente a mais famosa do “X”, o álbum mais novo. Foi a primeira música que eu viciei desse álbum e me fez perceber que valeu a espera de dois anos por músicas novas! Também valeu esperar o clipe, em que Ed dá uma de dançarino e arrasa na valsa. Melhor parte da música é quando ele grita “But baby now!” e continua o refrão. 

I'm thinkin' bout how

People fall in love in mysterious ways

Maybe it's all part of a plan
5.     I’ma Mess
Eu amo essa música por diversas razões, e uma delas é a metáfora “Put your faith in my stomach”, que me faz imaginar em como um cara desse pensa nisso. Em português quer dizer “Coloque sua fé no meu estômago”.
Deixem-me explicar: uma expressão muito comum em inglês é a “trust my guts”, cuja tradução literal é “confie no meu intestino” e significado “confie em mim” ou “confie no meu instinto”. O que ele fez foi mudar as palavras da expressão, mas deixando o mesmo significado. Achei genial e quando percebi, desconfiei, e mais tarde tive minha dúvida respondida em uma entrevista, amei ainda mais a música.
See the flames inside my eyes
It burns so bright I wanna feel your love
Easy baby maybe I'm a liar
But for tonight I wanna fall in love
Put your faith in my stomach
6.     U.N.I
Um pouco de rap para nossas vidas! E, claro, mais brincadeiras de Ed com metáforas e, no caso, pronúncias também. Perceba que U.N.I tem o mesmo que You And I (eu e você). O que ele faz no refrão é dizer que U.N.I, assim, juntinho, acabou ficando You And I, separado. Entendeu? Não? Sou péssima com explicações.
Algo que minha amiga Vivian percebeu e me fez amar ainda mais a música é quando ele brinca com a expressão “waves of missing” (ondas de saudade), falando que ele não tem mais “ondas de saudade” por ela, elas se tornaram tsunamis nos olhos dele. E depois ele fica chapado e bêbado por vários dias. Mas, como disse, até essas coisas ele deixa poético nas canções.
(Eu e a Vivian aprendemos o rap do começo porque somos fodas. Saudades, Vivian!)
Pain is only relevant if it still hurts
I forget like an elephant or we can use a sedative
And go back to the day we fell in love on first kiss
7.     Drunk
I wanna be drunk when I wake up... On the right side of the wrong bed.
Fala sério, essa música é muito boa. Ainda mais com o trocadilho no começo, brincando com a palavra “right” que quer dizer tanto “certo” quando o lado “direito” em inglês. No caso Ed fala mais uma vez sobre álcool – perceba que ele ama uma cerveja – como amortecedor da dor que está sentindo.
But the house gets cold when you cut the heating,
Without you to hold I'll be freezing,
Can't rely on my heart to beat it
'Cause you take part of it every evening,
8.     Photograph
Ô música boa, composição linda! Com muito amor e metáforas, Ed fala que o amor pode até doer às vezes, mas que é a única coisa que nos deixa vivos e que pode remendar nossas almas. Também é a única coisa que levamos conosco quando morremos. Por isso ele mantém o amor deles em uma fotografia, onde o tempo está sempre congelado, os olhos não estão fechados e nem os corações partidos. E então ela pode guardar todo esse amor dentro do próprio bolso.
Eu disse que o cara é foda!
We keep this love in a photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
Our hearts were never broken
And time's forever frozen still
9.     TenerifeSea
Essa música me lembra a Faby, também blogueira do AD. Após uma situação quase traumática envolvendo ladeiras, ela fez questão de deixar a parte “Lumiere Darling” bem alto no som do carro. Essa música é muito linda, sobre estar apaixonado e também a favorita da Taylor Swift. 

And should this be the last thing I see
I want you to know it's enough for me
Because all that you are is all I'll ever need
10. Afire Love
Essa canção é mais triste. Ed fala sobre seu avô que sofria alzheimer. Algumas partes ele compôs no funeral e fala sobre ele não reconhecer a família, inclusive o neto. E também sobre sua avó contando as coisas românticas que o marido costumava dizer. 
Things were all good yesterday
But then the devil took your breath away
And now we're left here in the pain
Black suit, black tie, standing in the rain

Ainda há muitas músicas para serem mencionadas, como em Shirtsleeves, que ele brinca que irá se afogar nas lágrimas da garota. Ou em Small Bump, sobre quando ele achava que seria pai, mas houve um aborto espontâneo. Ou em One, em que ele sustenta a mesma nota por 17 segundos! E, claro, não mencionei Don't, com certeza uma das melhores em que Ed está bem bravo com uma garota. 
Esse ano tive o sonho realizado de ir ao seu primeiro show no Brasil e estava com as expectativas normais, mas me surpreendi muito com a performance dele. Contei um pouquinho no post do Diário de Viagem, aqui.
Espero que tenham gostado e me desculpem por escrever demais, acabei me empolgando. Me contem suas músicas favoritas!
Beijos,
Isabela

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Molly Ringwald: Ícone dos anos 80


Se tem uma década que eu gosto no cinema é a de 80. Tudo por causa do Ferris Bueller, do Marty Mcfly e todas as personagens de Molly Ringwald. Agradecimento especial à minha amiga Patrícia por me apresentar ao filme A Garota de Rosa-Shocking. A partir daí quis assistir mais filmes parecidos, então fui atrás do tal diretor John Hughes, responsável também por O Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões e Curtindo a Vida Adoidado. Digamos que esse cara é f*da, mesmo. E em três títulos que dirigiu, repetiu uma mesma atriz: Molly Ringwald.


A Garota de Rosa-Shocking (1986)

Então você está assistindo o filme e vê uma versão mais nova do Alan, de Two And a Half Man. O ator, Jon Cryer, é o excêntrico Duckie. Ele é completamente apaixonado pela personagem de Molly, a Andie. Eu não quero contar o filme, mas shippava muito esses dois. Mas é claro que a protagonista não quer o engraçadinho que fica correndo atrás dela, e sim o carinha popular e rico, Blane. Já ela é invisível no colégio e tem um pai alcoólatra e desempregado. Aí está uma crítica à desigualdade social!

Depois de muitos olhares trocados na loja de discos em que Andie trabalha, a New Wave, Blane a chama para sair. Pretty in Pink é um daqueles romances fofos com ótimos figurinos e computadores ainda com tela preta e letras verdes. Só o final que não me agrada, mas pesquisando sobre o filme descobri que há um final alternativo que termina exatamente como eu queria. #TeamDuckie

O Clube dos Cinco (1985)

O Clube dos Cinco (1985)
É impossível não ter ouvido falar desse filme. Nem que tenha sido por meio de Pitch Perfect ou Easy A, que mencionam a história e, claro, a maravilhosa trilha sonora “Don’t you forget about me...”.
O filme trata de estereótipos e cada protagonista representa um deles: a patricinha, o atleta, o nerd, a esquisita e o rebelde. Todos os acontecimentos se passam em um dia, mais precisamente oito horas. E eu adoro isso! Todos estão na detenção e acabam se conhecendo melhor, compartilhando seus dramas pessoais. É interessante que muitas cenas são improvisadas pelos atores e ao assistir o filme você percebe o quanto ele é uma inspiração para produções atuais ou são constantemente mencionados. Eu, pelo menos, já vi nas séries Suits, New Girl e The Office.
Minha parte favorita é quando eles estão dançando ligeiramente alterados.

Gatinhas e Gatões (1984)

Nunca entendi como o título Sixteen Candles virou Gatinhas e Gatões, mas não tem problema porque esse filme é hilário! Ok, existem algumas partes que me incomodam bastante e é por causa do personagem Long Duk Dong, um intercambista asiátio (não faço ideia de que país exatamente) muito estereotipado e que faz as coisas mais ridículas durante o filme. Mas vamos esquecer ele.
Molly é Sam, uma garota que sempre foi apaixonada por Jake Ryan, mas nunca teve esperanças por ele namorar a garota mais linda do colégio, Caroline. Ela acaba de completar dezesseis anos mas ninguém de sua família se lembrou. Tudo graças ao casamento da irmã, que é no dia seguinte e está deixando todo mundo louco. Enquanto responde um formulário sobre sua situação aos dezesseis, provavelmente criado por ela mesma anos antes, ela expressa seu interesse por Jake e após amassar e jogar fora o papel, o mesmo acaba lendo. É assim que ele começa a perceber a garota e a se interessar, também.
Assistam esse filme!

O Rei da Paquera (1987)

Aí você descobre que Molly Ringwald fez um filme com Robert Downey Junior a.k.a Tony Stark a.k.a Homem de Ferro. É claro que eu tive que assistir! E, gente, é um dos melhores, com certeza!
A história tem o Robert como Jack, um paquerador muito habilidoso. Ele tem um papel com mil telefones de mil garotas diferentes. Facilmente conversa com as mulheres na rua e faz com que as mais desconfiadas abram um sorriso a ele. Por isso que quando Randy não cai nos seus encantos tão facilmente ele fica intrigado e vai atrás dela.  O filme todo se passa em pouco mais de um dia e é interessante a sequência de eventos que ocorrem nesse breve período. Jack descobre que Molly está com problemas porque o pai – que ele acha que é o marido mais velho dela – está devendo dinheiro a mafiosos e não tem como quitar a dívida.
Esse filme é provavelmente meu favorito entre todos os anteriores e é impossível você não gostar!

Já assistiram algum dos filmes mencionados? Qual o seu favorito? Me falem!
Beijos,
Isabela

sábado, 2 de maio de 2015

São Paulo: Feira "Como assim?"

Já fui a São Paulo muitas vezes, mas só no ano passado conheci a Center 3, uma galeria que fica na Avenida Paulista, próxima à rua Augusta. Amei o lugar! Primeiro que tem o Latife Empório Árabe, um restaurante com a melhor esfirra de ricota do mundo. Segundo que fica em frente à Livraria Cultura do Conjunto Nacional, que é enorme e um sonho! Terceiro que tem essa feirinha, nos dias de domingo, que tem MUITA coisa linda, gente. Vocês não tem ideia!
Algo comum de feiras e a razão de eu amá-las é a presença de marcas criativas, fofas e diferente das que vemos em lojas dos shoppings. Geralmente são de estudantes recém-formados, com ideias frescas e inovadoras, bom-gosto e esperando reconhecimento. Pelo que eu soube, a feira existe há mais de oito anos. Por que só descobri ano passado, gente?


Aceito a caneca da Amélie Poulain!

Esses colares perfeitos são da Missmott!







Os acessórios da Armaria! são lindos! As donas são super simpáticas e você pode comprar tudo pela loja virtual delas.


Esse é o Magic Bun, que ajuda você a fazer um coque direitinho. :D






Também tem muitas marcas com roupas lindas, inclusive uma inspirada no filme francês O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Mas fotos de roupas em cabides não fazem jus a elas e nem ficam legais.
Espero que tenham gostado. Não deixem de conferir a feira quando visitarem a cidade!
Beijos,
Isabela