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domingo, 12 de julho de 2015

O estilo de Rocky Barnes


É fácil perceber pelas fotos da Rachel Barnes Horowitz que ela é modelo. Nascida e criada no sul da Califórnia, ela também é apaixonada pela praia. Tanto que na maior parte das vezes o cenário de suas fotos é a areia e o mar. Talvez seja esse amor que influencie seu estilo, como ela mesma chama, cigano.
As fotos do blog Rocky Barnes, mesmo quando não são editoriais do seu trabalho de modelo, parecem ter saído de uma revista! E os cenários são dos mais diversos países. Sabe o que é mais legal ainda? Enquanto via seus looks e as marcas que ela usava, não vi nenhuma grife! Rocky é muito talentosa. Se você ama o estilo boho, vai amar as fotos abaixo.












Eu adorei a foto dos donuts! Haha. O que acharam da Rocky? Ela também tem instagram!
Beijos,
Isabela

sábado, 23 de maio de 2015

Como ser popular por Maya Van Wagenen

Um belo dia, o pai de Maya se deparou com um curioso livro em um sebo. Folheando o exemplar rasgado e desbotado, leu o título: O Guia de Popularidade para Adolescentes de Betty Cornell. Foi escrito em 1951 por uma ex-modelo e era repleto de dicas e conselhos sobre como melhorar o status social, algumas eram bem ultrapassadas como “substitua a maquiagem dos olhos por vaselina” ou “todas as garotas devem usar cinta”. Havia algo de especial naquilo, então decidiu comprar.
Durante anos abandonado no escritório do pai, o livro foi redescoberto pela mãe de Maya e, não sabendo o que fazer com aquilo, entregou à filha. Sua primeira impressão foi de quão bizarro era aquilo.  Porém, sua mãe a desafiou a seguir os conselhos de Betty durante os próximos meses do seu oitavo ano e documentar tudo o que acontece. De cara disse não, mas folheando um pouco mais as páginas, percebeu que nem tudo no livro era ultrapassado e havia ótimos conselhos a serem seguidos.
Não foi nada fácil. Parte do experimento foi aderir à moda dos anos 1950, como saias longas, luvas e chapéus. Também cortou o cabelo, começou a usar maquiagem, trabalhou a postura, começou a usar cinta e, por um mês, todo dia se sentou em uma mesa diferente na hora do intervalo para conhecer os diversos grupos da escala de popularidade (cujo ela pertencia à categoria invisível). Com muita honestidade e bom-humor, Maya se surpreende com as lições sobre popularidade que aprende durante o desafio.


Em abril de 2014, seu diário foi publicado pela editora Penguin. Popular: Vintage Wisdom for a Modern Geek –  traduzido no Brasil pela Globo Livros –  a tornou uma das autoras do ranking de mais vendidos do The New York Times com apenas quinze anos de idade. Sem falar que durante a experiência acabou conhecendo Betty Cornell.
Li Popular em praticamente um dia e fiquei muito inspirada pelo relato de Maya. Mesmo após os colegas rirem ou criticarem suas roupas e atitudes, ela continuou empenhada no desafio. Algo que gostamos de debater aqui no AD é que você não deve ter vergonha de ser você mesmo e não deve se preocupar com tendências ou etiquetas. E isso é algo bastante explorado na obra. Consegui entrar em contato com a autora, que foi muito simpática e topou responder algumas perguntas!

No livro, você não se sentiu confortável com a maquiagem e o novo corte de cabelo no começo, mas acabou se acostumando. Desde o experimento, o que mais mudou no seu estilo e o que não mudou?
Seguir os conselhos de Betty me ajudou a encontrar a confiança que eu precisava para o experimento e encontrar o meu próprio estilo. Eu decidi cortar o meu cabelo curto seis meses atrás. Estou ensinando a mim mesma a me maquiar, e estou mais confortável experimentando diferentes tipos de roupa.

Seu livro é bem real e honesto. Você não só escreveu sobre as consequências de seguir os conselhos do livro da Betty Cornell, mas também sobre o seu cotidiano em Brownsville (Texas), como aquela vez em que você e seus colegas precisaram se trancar na sala de aula por causa do narcotráfico. Houve algo que você deixou de fora do seu livro porque era muito pessoal?
Na verdade, não. Enquanto o experimento acontecia, eu transformei meu diário em um lugar para trabalhar as dificuldades que vivenciei. Às vezes eu ficava um pouco preocupada em colocar esse tipo de vulnerabilidade para tantas pessoas verem, mas a resposta às seções mais pessoais têm sido incrivelmente calorosa e positiva. Eu fico contente por tê-las mantido no livro.

Você decidiu seguir as dicas do livro de Betty pelo que você achava que seria o menos desafiador para o mais desafiador. Mas, na prática, qual foi a coisa mais difícil que você teve de fazer?
Eu acho que tudo tem a ver com a Atitude Popular (superando a timidez, me aproximando de outras pessoas). Foi o mais difícil para mim, porque envolvia tanto uma mudança interior como um esforço exterior. Mas isso foi durante o tópico em que aprendi muito mais sobre as pessoas, ganhei mais confiança e vi a maior transformação em mim mesma.

Maya para a revista Seventeen


Você mudou o nome dos seus amigos, colegas e professores no livro ou deixou seus nomes reais? Qual foi a impressão deles ao descobrir sobre o livro?
Todos os nomes das crianças e da maior parte dos adultos foram mudados, exceto nos casos em que eu explicitamente tive a permissão.  Em geral, a reação ao livro tem sido incrivelmente positiva. Kenzie (sua melhor amiga) tem me apoiado bastante, assim como muitos dos professores. Tem sido assustador e emocionante compartilhar o livro com eles.


“O mais básico de todos os fundamentos básicos é ser amável com as pessoas. Não é possível se divertir sozinha. É necessário compartilhar o prazer para que você possa desfrutar de fato essa sensação. Isso significa ter amigos”   — O Guia de Popularidade para Adolescentes, Betty Cornell 


Muitas pessoas ficaram surpresas com as suas novas roupas e acessórios e a julgaram por causa disso. O que não a fez desistir da experiência?
Definitivamente houve dias em que pensei que não poderia fazer aquilo. Às vezes era porque o conselho parecia muito difícil de seguir (como ir ao baile ou conhecer pessoas novas). Outras vezes eram os dias muito ruins que dificultaram que eu continuasse, quando os conselhos não funcionavam como eu esperava. Esses eram os momentos em que eu mais duvidei se deveria continuar. Mas escrever essas experiências me ajudou a trabalhar através disso e ver a mim mesma como a protagonista da minha história. Quando eu olhava tudo dessa maneira, eu sabia que não poderia desistir.

Eu li que seu livro conseguiu um contrato para um filme da Dreamworks. Isso é incrível! Alguma novidade sobre isso?
Eu não posso compartilhar muitos detalhes, mas posso dizer que agora mesmo estão trabalhando no roteiro. É tudo muito emocionante!

Muitas coisas aconteceram graças a sua experiência. De todas as coisas incríveis acontecendo na sua vida, o que mais te deixou animada?
Eu amo festivais de livros. Sentar em painéis, curtir os bastidores, conversar com autores gentis e bondosos, e conhecer leitores incríveis em um final de semana são o melhor tipo de inspiração que existe. Eu encorajo os adolescentes a irem atrás do que amam e não se preocuparem com a idade, porque a recompensa de falar sobre coisas que são importantes para eles enquanto expandem seu próprio conhecimento é inacreditável!


“Aprendi que um monte de gente tem medo de dar o primeiro passo numa conversa. Muitas delas estão simplesmente esperando que você fale antes. E muitas delas possuem histórias e personalidades maravilhosas" — Popular, Maya Van Wagenen


De todas as lições que aprendeu durante o experimento, qual foi a mais supreendente?
Muito frequentemente em livros e séries de TV, popularidade é mostrada como algo baseada no bullying, pressão dos amigos, exclusão e botar os outros para baixo. Esse não é o tipo de popularidade que eu descobri a partir do livro da Betty Cornell. Pelo contrário, a definição dela foi baseada em colocar o seu melhor eu adiante, ser corajoso e amável, abrir o seu círculo de amigos para aqueles que mais precisam desse apoio. Esta completamente inesperada lição tem impactado o modo como vivo minha vida e como interajo com as pessoas.

Você tem leitores brasileiros e tenho certeza de que não somos os únicos estrangeiros lendo o seu livro. Você imaginava que tantas pessoas de todos esses lugares no mundo leriam e se identificariam com o seu diário?
Eu sempre esperei que meu experimento se tornasse algo algum dia, mesmo que fosse apenas uma dissertação para o processo de admissão da faculdade. Mas nunca poderia ter previsto como tudo aconteceu. Eu me sinto incrivelmente sortuda por ter essa oportunidade de compartilhar a minha história com tantas pessoas. As edições estrangeiras são deslumbrantes e as pessoas com quem elas me conectaram enriqueceram a minha visão de mundo.

A dica final da Maya é que popularidade é mais do que parece. Não tem nada a ver com roupas, cabelo ou até mesmo dinheiro. “Quando a gente abandona esses rótulos, vemos os quão insignificantes e relativos eles realmente são. A verdadeira popularidade está na gentileza e aceitação. Tem a ver com saber quem você é e como você trata os outros”
Espero que tenham se interessado pelo livro, que você pode encontrar aqui. :)
Beijos,
Bela



sábado, 2 de maio de 2015

São Paulo: Feira "Como assim?"

Já fui a São Paulo muitas vezes, mas só no ano passado conheci a Center 3, uma galeria que fica na Avenida Paulista, próxima à rua Augusta. Amei o lugar! Primeiro que tem o Latife Empório Árabe, um restaurante com a melhor esfirra de ricota do mundo. Segundo que fica em frente à Livraria Cultura do Conjunto Nacional, que é enorme e um sonho! Terceiro que tem essa feirinha, nos dias de domingo, que tem MUITA coisa linda, gente. Vocês não tem ideia!
Algo comum de feiras e a razão de eu amá-las é a presença de marcas criativas, fofas e diferente das que vemos em lojas dos shoppings. Geralmente são de estudantes recém-formados, com ideias frescas e inovadoras, bom-gosto e esperando reconhecimento. Pelo que eu soube, a feira existe há mais de oito anos. Por que só descobri ano passado, gente?


Aceito a caneca da Amélie Poulain!

Esses colares perfeitos são da Missmott!







Os acessórios da Armaria! são lindos! As donas são super simpáticas e você pode comprar tudo pela loja virtual delas.


Esse é o Magic Bun, que ajuda você a fazer um coque direitinho. :D






Também tem muitas marcas com roupas lindas, inclusive uma inspirada no filme francês O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Mas fotos de roupas em cabides não fazem jus a elas e nem ficam legais.
Espero que tenham gostado. Não deixem de conferir a feira quando visitarem a cidade!
Beijos,
Isabela

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Por dentro do Picnik: Os looks


Aqui em Brasília tem um evento mensal chamado Picnik. Apesar de eu morar na cidade há um ano e três meses, eu nunca havia ido até a edição passada, que foi a primeira do ano.
Para quem não conhece, o Picnik é uma espécie de bazar e sunset party onde o público, que vai desde adolescentes e jovens a pais levando as crianças, curte um som legal sentado em cima de uma toalha de piquenique e tem várias opções de comidas –  tipo várias mesmo –  e um bazar com muitas roupas, acessórios e peças de decoração das mais diversas marcas.  
A última edição foi no Parque da Cidade e, talvez por causa do feriado, do fato de ser a primeira edição do ano, e o local mais acessível, o espaço ficou lotado! Nem consegui aproveitar direito e experimentar as opções de foodtruck porque a fila era imensa. Mas me impressionei com as lojas criativas e fofas que marcaram presença no evento.
Fotografei alguns looks que adorei, apesar de ter fotografado muito pouco (me desculpem!), e alguns achados do bazar! Espero que gostem:,

A primeira é a Ana Alvarenga e a segunda é a Ana Balata. Ambas aderiram o floral e adorei que a Ana misturou estampas!

A Maria Rodrigues e a Manuela Gomes optaram pelo chapéu em looks bem diferentes. Amei o estilo das duas!

Também adorei os looks dos amigos Yasmin Lima, Lucas Pontes e Daniella Carvalho!

Cropped floral + macaquinho floral com zebra + macaquinho com margaridas. Amei! Na foto, Jasmin, Nathalia Cavalcanti e Amanda Amorim.

Ambos looks simples com uma peça quebrando o básico. No caso da Giovana Lock (amei esse sobrenome), a camisa floral, já Fernanda Delmondez, a botinha!

O Denis Carvalho e a Deborah Costa foram muito simpáticos! ❤ O que me chamou atenção foram os acessórios, como o detalhe do cachecol + colar da Deborah e, Denis, amei a espadrille!

Maialu e Agda Couto arrasaram com a estampa floral, mas o que eu gostei mesmo foi do cabelo das duas! Olhem mais de perto:

Lindas!

Obrigada a todos que me deixaram tirar fotos dos seus looks!  Vai ter mais um post com os achados do bazar da feira.
Beijos,
Isabela



domingo, 12 de abril de 2015

Look do dia: Da cor do tempo

Olá culpados!!
Hoje resolvi sair de casa usando as cores desse clima delí de Brasília... Cinza! HAHAHA #ToNublada
O look que montei é composto de peças folgadas e em tons básicos... Devo confessar meu amor por esse short, que é mega conforto e tem um decidindo delicia que é tipo camurça. A T é total amor, adoro essa menina da estampa, com seu chapéu e bolinhas douradas.
Caso o tempo feche eu tinha um casaco preto, bem basicão, na bolsa (essa de sempre que vai comigo quase todos os dias pra faculdade).










Foi um look de dia super preguiçoso, mas não deixa de ter meu toque, haha. Espero que vocês gostem! 
Short, T-shirt e bolsa são da Zara, a sandália é FARM. Anéis são da MyGloss e FOREVER21 e pulseiras da MorenaBijoux

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Street Style: Anna Kharolina


O street style dessa semana é da Anna Kharolina, estudante de publicidade e que também é da minha turma de Audiovisual. O que adorei sobre o look da Anna é que ela customizou a bota que estava usando: “Lavei e depois esfreguei uma esponja de aço, tipo Bombril, para ficar esse efeito envelhecido, destruído”. E os detalhes do look fazem a diferença, como o brinco e o colar que estava usando, ambos adquiridos em feiras de artesanato como a Feira da Torre.





Blusa: Marisa | Short: Morena Rosa | Bota: Mr. Foot | Colar: Feira da Torre



Adorei o estilo da Anna, principalmente os acessórios complementando o look. O que acharam?
P.S.: Mais uma vez peço desculpa pelo excesso de luz nas fotos. :/