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sábado, 15 de agosto de 2015

5 livros que vão virar filme!

Há quem não goste quando o livro amado fecha contrato com uma produtora de filmes. Ninguém quer ver sua obra favorita ser transformada em uma adaptação sem nexo que não faz jus ao talento do escritor por trás de tudo. Mesmo eu tendo experiência com essa situação (nunca me recuperei do filme de O Ladrão de Raios), sempre que sai a notícia de que adaptarão um livro que eu li – mesmo quando eu não sou a maior fã –, fico extremamente feliz.
É uma mistura de sentimentos, na verdade. Ao mesmo tempo que é chato assistir um filme que você já sabe o início, meio e fim da história (não teve graça ver Garota Exemplar, por exemplo), é uma experiência única ver algo que antes estava apenas na sua cabeça criar vida. Embora seja triste quando o diretor não explora todo o potencial da história, principalmente por causa do curto período de tempo.

O Projeto Rosie 

Eu estava numa ressaca literária. Sabe quando não está afim de ler livro algum que esteja na sua estante? Eis que a Isabelle Dias comenta sobre O Projeto Rosie no seu blog, o Quintal de Casa, e eu decido ler. Parece que o autor escreveu o livro já pensando na adaptação!
O protagonista se chama Don e geralmente o descrevo como uma combinação do Sheldon, de The Big Bang Theory, e Sherlock, da série britânica homônima. Don é um professor de genética extremamente inteligente, mas péssimo no quesito social. Aos 39 anos ele acredita que já passou da hora de encontrar uma esposa e decide que não irá mais perder tempo com encontros fadados ao desastre. Por isso, ele cria o Projeto Esposa, um questionário para as pretendentes responderem antes de qualquer coisa. Ele acaba conhecendo Rosie, que a princípio acredita que foi seu melhor amigo quem a indicou, e a chama para sair. No primeiro encontro fica claro que ela é uma candidata completamente inadequada à futura esposa. Porém, ao ouvir que ela procura o seu pai verdadeiro, ele decide ajuda-la.
A atriz escalada para dar vida à Rosie é ninguém mais ninguém menos que Jennifer Lawrence! Acredito que Jen vai dar conta do recado, mas quem será nosso querido Don? Alguma sugestão? O roteiro foi escrito por Scott Neustadter e Michael Weber, os mesmos de 500 Dias com Ela, e há boatos de que será dirigido por Richard Liklater, o mesmo diretor de Boyhood – Da Infância à Juventude. Só esperamos que não demore 12 anos para lançar o filme. Os direitos foram comprados pela Sony.
Dreamcast: A Isabelle também comentou que amaria que o Ryan Gosling fizesse o Don e, olha, achei a ideia maravilhosa!


A Maldição do Tigre

Eu li A Maldição do Tigre em 2013 e naquele ano já tinham anunciado que viraria filme. Estamos em 2015, pelo amor de Deus. Quando vocês estão pensando em lançar? Até agora apenas temos o diretor, que, aliás, foi uma baita escolha: Shekhar Kapur. O cara já trabalhou em zilhões de filmes indianos e ganhou um prêmio da International Indian Film Academy. Ótima escolha para um filme com mitologia hindu e que a maior parte se passa na Índia!
Vamos à história: Kelsey é uma garota extremamente sem-graça, apesar das grandes tentativas de fazer piadas irônicas por toda a série de livros, que começa a trabalhar em um circo. É lá que conhece o tigre Ren e passa seu tempo livre com ele. Quando o tigre é comprado, o dono pede que ela ajude a transportá-lo à India. Chegando lá, ela descobre que, na verdade, ele é um príncipe indiano preso a uma maldição que o prende à forma de um tigre. Por alguma razão, apenas ela pode ajudá-lo a voltar a ser humano completamente. 
A história é mais complexa que isso, juro! E acredito que tem bastante potencial para ser um baita filme. Claro que arrumando alguns aspectos da história, como o péssimo triângulo amoroso entre Kelsey, Ren e seu irmão caçula à là Damon Salvatore, o Kishan.
Dreamcast: Já que a Kelsey é tão sem-graça, apesar de na leitura você perceber o esforço da autora em torná-la alguém engraçada, quem sabe uma atriz naturalmente assim possa salvá-la de ser a próxima Bella Swan! E claro que essa pessoa é a Emma Stone. Seria um sonho, apesar de achar isso bem difícil. E, como Ren, o lindo do Douglas Booth. Mas acredito que um ator indiano, ou ao menos descendente de família indiana, seja o escolhido.

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista

Adoro filmes e livros que se passam em um curto período de tempo. No caso, 24 horas. Apesar do nome meloso, é uma boa história que não envolve apenas um romance entre um casal, mas também o relacionamento deles com a família. Tudo começa quando Hadley (que vai ser interpretada pela Hailee Steinfeld!!) chega quatro minutos atrasada para o seu voo e acaba tendo de pegar o próximo. Nessa confusão ela conhece o Oliver (que vai ser interpretado pelo fofo do Robert Sheehan, o Simon do filme Cidade dos Ossos!), que é um britânico (todas amamos esse sotaque maravilhoso) e senta do lado dela na longa viagem de Nova York para Londres. Lá eles conversam sobre a vida deles, sobre a razão de estarem indo à Inglaterra e enfim, acabam gostando um do outro.
A razão de Oliver ir à Londres é um mistério que perdura até um pouco depois do meio do livro e é um assunto que ele não gosta muito de falar. Já Hadley tem de comparecer ao segundo casamento do pai com uma mulher que ela mal conhece. Ela não consegue aceitar que o pai vai casar de novo e é um assunto bem interessante, de verdade.
A própria autora, Jennifer E. Smith será uma das roteiristas, junto com o Dustin Lance Black, que também será o direto e já  ganhou um Oscar com o filme Milk.

Eleanor e Park

Eita livro que divide opiniões. Tem quem ama e quem odeia. Tem que ama, mas odeia o final. Acredito que será um baita filme se for feito direitinho! Não é só mais uma historinha de amor, onde tudo é arco-íris e unicórnios. Eleanor e Park são dois adolescentes de 16 anos que se sentam juntos todos os dias no ônibus da escola nos anos 80, em Mohana, Nebraska. Eleanor é nova na cidade, é ruiva, gordinha e tenta ao máximo ser invisível, apesar de ter roupas chamativas que à princípio incomoda muito Park. Já ele, é metade coreano, ama gibis e está tentando descobrir quem ele é. É muito fofo como um casal tão improvável se apaixona tão gradualmente e a relação vai ficando mais intensa. Eu realmente amei o livro, apesar de o começo ser bem lento e quase fazer você desistir. O final não me deixou tão revoltada, mas, sim, não é dos melhores. Não tem diretor, não tem ator nenhum escalado, mas foi comprado pela DreamWorks!
Dreamcast: É complicado imaginar alguém sendo a Eleanor, então estou bem curiosa quanto a isso. Acredito que será uma atriz desconhecida, mas para o dreamcast escolhi a Jane Levy, conhecida por estar na série Suburgatory. Ela tem o rosto mais arrendondado e ganhando uns quilinhos pode viver a Eleanor! Já o Park só consegui pensar no Minho de Maze Runner, o ator Ki Hong Lee. O problema é que ele tem 28 anos! Pra atuar como alguém de 16 não é muito legal. 


A Seleção

É bom que a fotografia desse filme seja maravilhosa! Sem falar no figurino, claro,  porque olha só a capa desse livro! Também sem nenhuma informação sobre a equipe que vai produzir o filme, o que nos resta é esperar que não façam besteira como fizeram com o piloto do que seria a série da CW. Eu amo a CW – canal de The Vampire Diaries, Arrow, The Flash... – mas graças a Deus que o piloto de A Seleção foi engavetado, porque era terrível. Mudaram tudo e a escolhe de atores foi péssima (mesmo eu amando o ator que interpreta o Enzo em TVD, ele não tem nada a ver com o Maxon).
Pra quem não sabe, a história é uma distopia que se passa em um futuro em que os Estados Unidos foram comprados pela China, se tornando o país de regime monárquico lléa. Lá a sociedade é dividida em castas e América, a protagonista, está em uma das mais pobres. Uma chance para ela mudar a sua realidade e a da sua família é entrando na competição A Seleção, em que 35 garotas são escolhidas para tentar conquistar o coração do príncipe de Illéa e virar a próxima rainha. America não está nada interessada nisso, pois está apaixonada pelo namorado, o Aspen, que por acaso está na pior das castas. Mas ela acaba sendo selecionada e conhece o príncipe Maxon – por quem você vai se apaixonar perdidamente e, bem, também deixa a America bem confusa.
A única informação sobre a adaptação é de que os direitos foram comprados pela Warner Bros. Cruzem os dedos pra dar tudo certo e ser um ótimo filme!  
Dreamcast: Acho o Gregg Sulkin a cara do Maxon. Ele tem um rostinho de "sou bonzinho" que combina. E o Aspen que realmente não sei quem poderia ser, mas botei o Daniel Sharman porque eu adoro ele. Quanto a America, que tal chamar a modelo da capa do livro? Será que ela atua? :P


Não é filme, mas a ABC Family socorreu o best-seller Os Intrumentos Mortais e ano que vem lança a série de TV, já que o filme não deu muito sucesso. Já saíram fotos oficiais e parece que vai ser muito boa! O Jace será interpretado pelo Dominic Sherwood, que apareceu no clipe da música Style da Taylor Swift. Lindo!

Já leram algum livro mencionado? Qual promete mais? Comentem! <3 o:p="">

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A Magia do Periscope


Quando você acha que não tem mais o que inventar de rede social, eis que o Twitter traz de volta o “twitcam”. Dessa vez, ele está sozinho em um app só seu e com um nome diferente: Periscope. Faz um bom tempo que o aplicativo foi lançado, e aposto que você já ouviu falar dele. O Periscope faz transmissões ao vivo pra qualquer pessoa que quiser ver, com opção de replay em até 24 horas.
Muita gente já aderiu à ferramenta, mas apenas recentemente eu o dei a atenção devida. Desde que o elenco da futura série adaptação de Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, filmou uma partida de jogo de cartas hilária pros fãs, eu tive que conferir!
Não são apenas eles que gostam de compartilhar esses momentos, vários outros famosos entraram na brincadeira. E não vamos nos esquecer de revistas, sites, marcas, enfim. Todos perceberam a vantagem de aproximar quem não está presente através de vídeos. Olha só quem tem de interessante:

Se você ama livros... siga @intrinseca
A Intrínseca é minha editora favorita de todos os tempos. Você provavelmente já leu os títulos mais famosos que eles lançaram, como Crepúsculo, Percy Jackson e os Olimpianos, e, claro, os livros do John Green como A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel. Eles transmitiram ao vivo a coletiva de imprensa do autor quando ele veio com o Nat Wolf divulgar o filme Cidades de Papel, que estreou hoje nos cinemas. Sem falar que mostraram uma entrevista exclusiva com ele feita por uma nerdfighter que ganhou o concurso cultural da editora! Cadê a Bienal do Livro pra vermos mais coisas legais como essa?

Se você ama séries de TV, siga @EW
A Entertainment Weekly é o maior (e melhor) site e revista de entretenimento do mundo. Esse mês acontece a San Diego Comic Con, maior evento de cultura pop do mundo, que vai ter painéis das nossas séries de TV e filmes favoritos. Conseguem imaginar quantas transmissões incríveis do evento vai ter?

Se você ama alta-costura... siga @ElieSaabWorld
Todo desfile do incrível estilista libanês Elie Saab, sobre quem eu já falei aqui, eles transmitem ao vivo! É lindo demais.

Se você quer ver o John Mayer tocando ao vivo... bem, siga ele: @JohnMayer
Eu não sou a maior fã do John Mayer, mas se você é, vai amar segui-lo no Periscope. O cara faz vídeos todos os dias tocando violão ou outro instrumento. Nunca o vi cantando, mas provavelmente também faz isso.

Se você quer ver entrevistas ao vivo de famosos que ama... siga @HuffingtonPost
Ontem eles entrevistaram a Jane Lynch (a Sue Sylvester de Glee), e antes de ontem o Ryan Reynolds (Lanterna Verde e agora Deadpool). Ou seja, sempre tem artistas legais por lá!

Se quer ver os bastidores de editoriais de moda... siga @MargauxBrooke
A Margaux foi uma das modelos do reality show The Face, um programa à là America’s Next Top Model, e sempre faz transmissões nos bastidores das sessões de fotos. Ela também adora responder perguntas e é super simpática!

Outras contas interessantes são: @VogueMagazine, @LuckyMagazine, @HarpersBazaarUS, @DepoisdosQuinze, @PapelPop, @Buzzfeed, @TIME, @HugoGloss, @GlamourBrasil.


É muito legal o fato de ser conectado com o twitter, assim todo mundo que você segue por lá o Periscope indica a você.

Já conheciam o Periscope? Me contem o que acharam!
Beijos,
Isabela

sábado, 23 de maio de 2015

Como ser popular por Maya Van Wagenen

Um belo dia, o pai de Maya se deparou com um curioso livro em um sebo. Folheando o exemplar rasgado e desbotado, leu o título: O Guia de Popularidade para Adolescentes de Betty Cornell. Foi escrito em 1951 por uma ex-modelo e era repleto de dicas e conselhos sobre como melhorar o status social, algumas eram bem ultrapassadas como “substitua a maquiagem dos olhos por vaselina” ou “todas as garotas devem usar cinta”. Havia algo de especial naquilo, então decidiu comprar.
Durante anos abandonado no escritório do pai, o livro foi redescoberto pela mãe de Maya e, não sabendo o que fazer com aquilo, entregou à filha. Sua primeira impressão foi de quão bizarro era aquilo.  Porém, sua mãe a desafiou a seguir os conselhos de Betty durante os próximos meses do seu oitavo ano e documentar tudo o que acontece. De cara disse não, mas folheando um pouco mais as páginas, percebeu que nem tudo no livro era ultrapassado e havia ótimos conselhos a serem seguidos.
Não foi nada fácil. Parte do experimento foi aderir à moda dos anos 1950, como saias longas, luvas e chapéus. Também cortou o cabelo, começou a usar maquiagem, trabalhou a postura, começou a usar cinta e, por um mês, todo dia se sentou em uma mesa diferente na hora do intervalo para conhecer os diversos grupos da escala de popularidade (cujo ela pertencia à categoria invisível). Com muita honestidade e bom-humor, Maya se surpreende com as lições sobre popularidade que aprende durante o desafio.


Em abril de 2014, seu diário foi publicado pela editora Penguin. Popular: Vintage Wisdom for a Modern Geek –  traduzido no Brasil pela Globo Livros –  a tornou uma das autoras do ranking de mais vendidos do The New York Times com apenas quinze anos de idade. Sem falar que durante a experiência acabou conhecendo Betty Cornell.
Li Popular em praticamente um dia e fiquei muito inspirada pelo relato de Maya. Mesmo após os colegas rirem ou criticarem suas roupas e atitudes, ela continuou empenhada no desafio. Algo que gostamos de debater aqui no AD é que você não deve ter vergonha de ser você mesmo e não deve se preocupar com tendências ou etiquetas. E isso é algo bastante explorado na obra. Consegui entrar em contato com a autora, que foi muito simpática e topou responder algumas perguntas!

No livro, você não se sentiu confortável com a maquiagem e o novo corte de cabelo no começo, mas acabou se acostumando. Desde o experimento, o que mais mudou no seu estilo e o que não mudou?
Seguir os conselhos de Betty me ajudou a encontrar a confiança que eu precisava para o experimento e encontrar o meu próprio estilo. Eu decidi cortar o meu cabelo curto seis meses atrás. Estou ensinando a mim mesma a me maquiar, e estou mais confortável experimentando diferentes tipos de roupa.

Seu livro é bem real e honesto. Você não só escreveu sobre as consequências de seguir os conselhos do livro da Betty Cornell, mas também sobre o seu cotidiano em Brownsville (Texas), como aquela vez em que você e seus colegas precisaram se trancar na sala de aula por causa do narcotráfico. Houve algo que você deixou de fora do seu livro porque era muito pessoal?
Na verdade, não. Enquanto o experimento acontecia, eu transformei meu diário em um lugar para trabalhar as dificuldades que vivenciei. Às vezes eu ficava um pouco preocupada em colocar esse tipo de vulnerabilidade para tantas pessoas verem, mas a resposta às seções mais pessoais têm sido incrivelmente calorosa e positiva. Eu fico contente por tê-las mantido no livro.

Você decidiu seguir as dicas do livro de Betty pelo que você achava que seria o menos desafiador para o mais desafiador. Mas, na prática, qual foi a coisa mais difícil que você teve de fazer?
Eu acho que tudo tem a ver com a Atitude Popular (superando a timidez, me aproximando de outras pessoas). Foi o mais difícil para mim, porque envolvia tanto uma mudança interior como um esforço exterior. Mas isso foi durante o tópico em que aprendi muito mais sobre as pessoas, ganhei mais confiança e vi a maior transformação em mim mesma.

Maya para a revista Seventeen


Você mudou o nome dos seus amigos, colegas e professores no livro ou deixou seus nomes reais? Qual foi a impressão deles ao descobrir sobre o livro?
Todos os nomes das crianças e da maior parte dos adultos foram mudados, exceto nos casos em que eu explicitamente tive a permissão.  Em geral, a reação ao livro tem sido incrivelmente positiva. Kenzie (sua melhor amiga) tem me apoiado bastante, assim como muitos dos professores. Tem sido assustador e emocionante compartilhar o livro com eles.


“O mais básico de todos os fundamentos básicos é ser amável com as pessoas. Não é possível se divertir sozinha. É necessário compartilhar o prazer para que você possa desfrutar de fato essa sensação. Isso significa ter amigos”   — O Guia de Popularidade para Adolescentes, Betty Cornell 


Muitas pessoas ficaram surpresas com as suas novas roupas e acessórios e a julgaram por causa disso. O que não a fez desistir da experiência?
Definitivamente houve dias em que pensei que não poderia fazer aquilo. Às vezes era porque o conselho parecia muito difícil de seguir (como ir ao baile ou conhecer pessoas novas). Outras vezes eram os dias muito ruins que dificultaram que eu continuasse, quando os conselhos não funcionavam como eu esperava. Esses eram os momentos em que eu mais duvidei se deveria continuar. Mas escrever essas experiências me ajudou a trabalhar através disso e ver a mim mesma como a protagonista da minha história. Quando eu olhava tudo dessa maneira, eu sabia que não poderia desistir.

Eu li que seu livro conseguiu um contrato para um filme da Dreamworks. Isso é incrível! Alguma novidade sobre isso?
Eu não posso compartilhar muitos detalhes, mas posso dizer que agora mesmo estão trabalhando no roteiro. É tudo muito emocionante!

Muitas coisas aconteceram graças a sua experiência. De todas as coisas incríveis acontecendo na sua vida, o que mais te deixou animada?
Eu amo festivais de livros. Sentar em painéis, curtir os bastidores, conversar com autores gentis e bondosos, e conhecer leitores incríveis em um final de semana são o melhor tipo de inspiração que existe. Eu encorajo os adolescentes a irem atrás do que amam e não se preocuparem com a idade, porque a recompensa de falar sobre coisas que são importantes para eles enquanto expandem seu próprio conhecimento é inacreditável!


“Aprendi que um monte de gente tem medo de dar o primeiro passo numa conversa. Muitas delas estão simplesmente esperando que você fale antes. E muitas delas possuem histórias e personalidades maravilhosas" — Popular, Maya Van Wagenen


De todas as lições que aprendeu durante o experimento, qual foi a mais supreendente?
Muito frequentemente em livros e séries de TV, popularidade é mostrada como algo baseada no bullying, pressão dos amigos, exclusão e botar os outros para baixo. Esse não é o tipo de popularidade que eu descobri a partir do livro da Betty Cornell. Pelo contrário, a definição dela foi baseada em colocar o seu melhor eu adiante, ser corajoso e amável, abrir o seu círculo de amigos para aqueles que mais precisam desse apoio. Esta completamente inesperada lição tem impactado o modo como vivo minha vida e como interajo com as pessoas.

Você tem leitores brasileiros e tenho certeza de que não somos os únicos estrangeiros lendo o seu livro. Você imaginava que tantas pessoas de todos esses lugares no mundo leriam e se identificariam com o seu diário?
Eu sempre esperei que meu experimento se tornasse algo algum dia, mesmo que fosse apenas uma dissertação para o processo de admissão da faculdade. Mas nunca poderia ter previsto como tudo aconteceu. Eu me sinto incrivelmente sortuda por ter essa oportunidade de compartilhar a minha história com tantas pessoas. As edições estrangeiras são deslumbrantes e as pessoas com quem elas me conectaram enriqueceram a minha visão de mundo.

A dica final da Maya é que popularidade é mais do que parece. Não tem nada a ver com roupas, cabelo ou até mesmo dinheiro. “Quando a gente abandona esses rótulos, vemos os quão insignificantes e relativos eles realmente são. A verdadeira popularidade está na gentileza e aceitação. Tem a ver com saber quem você é e como você trata os outros”
Espero que tenham se interessado pelo livro, que você pode encontrar aqui. :)
Beijos,
Bela



quarta-feira, 20 de maio de 2015

Os últimos livros que eu li

Esse ano eu estou mais devagar na leitura. Não me pergunte o porquê, nem eu mesma sei. Mas no final de abril decidi parar de moleza e voltar a ler mais. Mas, pra isso, eu tenho que sempre começar por livros leves e de romance, para depois ler livros como O Monte de Conde Cristo e Drácula, que estão me encarando na estante faz uns tempos...
Adorei alguns títulos que li, outros nem tanto, e quis compartilhar com vocês! Espero que gostem!


E, como peço gentilmente no vídeo, me adicionem no Skoob! Estou sozinha por lá... :P
Beijos,
Isabela

sexta-feira, 6 de março de 2015

Sejam bem-vindos!


Imagina a nossa felicidade em finalmente inaugurarmos o blog? Amamos interagir com vocês pelo Instagram e continuaremos ativas por lá. Mas aqui teremos mais espaço para inovações. Queremos pôr em prática muitas ideias que tivemos e esperamos que gostem do que está por vir. Por enquanto, assista o primeiro vídeo do nosso canal do Youtube falando sobre como surgiu a ideia do blog. :)



O AD pede desculpas quanto à qualidade do vídeo. Infelizmente, nesse dia tivemos vários problemas técnicos e mais tarde apanhamos do editor de vídeos! Mas não se preocupem, prometemos melhorar! 
Beijos das culpadas Taly, Isa e Faby.